Irã prende repórter grego de jornal americano, diz agência
da Folha Online
Um jornalista grego que trabalha para o jornal americano "Washington Times" foi detido no Irã, informou nesta terça-feira a agência oficial Fars. O episódio é o mais recente na campanha de repressão da a imprensa estrangeira que cobre os protestos em massa da oposição por suposta fraude na votação que reelegeu o presidente Mahmoud Ahmadinejad.
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"O diretor geral do departamento de imprensa estrangeira do Ministério da Cultura confirmou a detenção de um repórter de origem grego do "Washington Times"", afirmou um funcionário da instituição, Mohsen Moghadaszadeh, sem revelar o nome do jornalista.
"Este jornalista veio várias vezes ao nosso país, para meios de comunicação diferentes, mas não tenho ideia do que é acusado", completou o funcionário.
Um amigo identificou o jornalista como Iason Athanasiadis e afirmou à agência internacional de notícias Reuters que ele foi preso por "atividades ilegais".
O amigo, que não quis se identificar, afirmou ainda que Athanasiadis foi preso há três dias em Teerã e que a embaixada foi alertada.
Moghadaszadeh pediu que os jornalistas estrangeiros trabalhem "dentro da lei" na cobertura da crise política no Irã. "Se atuarem fora da lei e espionarem, serão detidos pelos organismos de segurança e entregues à justiça", declarou.
Os jornalistas estrangeiros não foram autorizados a cobrir as manifestações contra a reeleição do presidente na votação de 12 de junho passado porque os atos não aparecem na programação oficial de atividades do Ministério da Cultura.
Espiões
O Irã afirmou nesta segunda-feira que deteve "cinco espiões europeus" acusados de participar dos protestos da oposição.
Segundo a agência Fars, que não cita fontes, dois alemães, dois franceses e um britânico foram detidos por estarem "entre os principais ativistas dos distúrbios de sábado [20] em Teerã". A agência não dá nenhum outro detalhe sobre os detidos.
Desde o início dos protestos, após o anúncio da vitória de Ahmadinejad com cerca de 63% dos votos contra 34% do principal candidato da oposição, Mir Hossein Mousavi, Irã acusa inimigos do Islã e forças estrangeiras de promover os distúrbios no país.
As acusações são voltadas principalmente para Estados Unidos e Reino Unido, que não se pronunciou sobre os cidadãos supostamente presos, mas já recomendou a saída dos diplomatas e pediu que britânicos evitem viajar para o Irã.
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"O Parlamento iraquiano aprovou nesta terça-feira um acordo de cooperação marítima com o Reino Unido que permitirá o retorno de entre cem e 150 soldados britânicos ao sul do país árabe, para ajudar a treinar a Marinha iraquiana e proteger as instalações petrolíferas."
Este é o sinal obvio que os ingleses se apossaram das companhias de petróleo iraquianas após enforcarem Sadam Hussein e colocarem "testas de ferro e laranjas" da nova elite iraquiana. Como se não bastasse o exército iraquiano vigiará os poços para eles. Provavelmente, após o saque ao tesouro iraquiano, no lugar de ouro e outras moedas, os corsários os encheram de dólares cheirando a tinta. O Irã deve abrir bem os olhos, pois isso é o que é pretendido para eles também. É bom que a revolução dos aiatolás comece a educar seu povo maciçamente, a fim de não facilitar a invasão dos inimigos que sempre contam com que o povo esteja na ignorância.
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