Obama enviou carta a líder supremo do Irã antes da eleição, diz jornal
colaboração para a Folha Online
O jornal americano "The Washington Times" e a rede de TV CNN informaram nesta quarta-feira que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, enviou uma carta ao líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, semanas antes da eleição presidencial de 12 de junho passado, cujo resultado é contestado por apoiadores de candidatos oposicionistas derrotados, segundo os dados oficiais, pelo presidente Mahmoud Ahmadinejad.
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De acordo com o jornal, a carta trata da "cooperação nas relações regionais e bilaterais" entre os dois países, que não têm relações diplomáticas há três décadas. A correspondente da CNN Cristiane Amanpour informou que fontes no Irã disseram que a carta foi escrita há algumas semanas ou poucos meses, o "Washington Times" relata que o envio aconteceu entre 4 e 10 de maio.
A Press TV, emissora estatal iraniana em inglês, reproduziu as informações do jornal americano sem acrescentar novas informações ou qualquer confirmação. De acordo com a reportagem do jornal, um funcionário do governo iraniano disse sob condição de anonimato que o Ministério das relações Exteriores do Irã recebeu a mensagem americana por meio da embaixada da Suíça --que representa os interesses dos EUA no país. O embaixador disse que não comentaria o assunto.
A carta estava endereçada ao gabinete de Khamenei, máxima autoridade do país, responsável pela defesa e pela política externa, de acordo com os relatos. Tentativas anteriores de aproximação foram direcionadas a presidentes do país, que têm poderes limitados, como a carta enviada pelo então presidente Bill Clinton (1993-2001) ao presidente reformista do Irã, Mohamad Khatami, em 1996, pedindo colaboração na investigação de um atentado, atribuído a xiitas apoiados pelos iranianos, que matou 19 americanos na Arábia Saudita.
Funcionários do governo americano não confirmaram nem desmentiram o envio da carta a Khamenei, e consequentemente não falaram se houve uma resposta do governo iraniano.
EUA e Irã mantêm relações tensas desde a tomada de poder pelos religiosos xiitas iranianos, em 1979, com a derrubada do xá Mohamad Reza Pahlevi, que tinha apoio americano. Os dois países cortaram relações diplomáticas no mesmo ano, quando estudantes invadiram a embaixada americana em Teerã e deram início a uma ocupação, com reféns, que durou 444 dias.
Mas Obama tem tentado colocar em prática o gesto de "estender a mão" aos iranianos, como definiu sua estratégia de negociação, desde que os iranianos estejam dispostos a "abrir o punho". Em 20 de maio, presidente americano enviou uma mensagem de conciliação em vídeo ao Irã. Em um vídeo, com legendas em persa, o presidente falou diretamente ao povo e aos líderes iranianos propondo um "novo começo" nas relações Washington-Teerã.
Houve algumas demonstrações de que o governo iraniano havia recuado um pouco da beligerância em relação aos americanos que marca o regime islâmico --entre elas, a libertação no último dia 11 da jornalista iraniano-americana Roxana Saberi, que havia sido condenada por espionagem-- mas a crise pós-eleitoral aumentou a tensão entre os dois países.
Sob críticas da oposição, que pede uma ação mais firme em favor dos manifestantes, Obama tem falado em favor do diálogo e do direito de manifestação no Irã, com cautela para não ser acusado de interferência pelo governo do Irã, como o líder supremo fez em sermão na última sexta-feira. Nesta terça-feira, o presidente americano fez sua declaração mais forte sobre o tema, dizendo estar "escandalizado" com a violência contra os protestos.
De acordo com os dados oficiais do Irã, 17 manifestantes morreram até agora nos protestos liderados pelos oposicionistas derrotados Mir Hossein Mousavi e Mehdi Karubi --mas que em grande parte parecem fora do controle direto deles, com organização autônoma por meio de redes sociais na internet.
No sermão de sexta, no qual confirmou o apoio à vitória de Ahmadinejad e condenou os protestos, o aiatolá Khamenei falou sobre uma carta com oferta de diálogo que os americanos teriam lhe enviado, como uma mostra de ação incoerente, porque, segundo ele, estariam apoiando os protestos.
Apesar do tom mais duro desta terça-feira, e das acusações contra os EUA, Obama tenta não romper o discurso de diálogo que adotou desde o início do governo com um país a quem os americanos acusam de desenvolver um programa nuclear para o desenvolvimento de armas atômicas --o Irã afirma que busca apenas produzir energia. Além da questão nuclear, o histórico de intervenção americana alimenta a desconfiança do Irã: em 1953, os EUA participaram de um golpe contra o primeiro-ministro nacionalista Mohamed Mossadegh, e nos anos seguintes apoiaram o regime ditatorial do xá Reza Pahlevi.
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O PLACAR DE PERSONALIDADES DO ANO COMPUTA QUE ZINA ( SEI LÁ O QUE É ZINA ! ) ESTÁ Á FRENTE DO NOSSO PRESIDENTE DA REPÚBLICA, A FRENTE DE CÉSAR CIELO ( RECORDISTA MUNDIAL E TANTAS MEDALHAS TROUXE AO BRASIL, E AINDA Á FRENTE DE MICKAEL JACKSON ( ÍCONE DA MÚSICA POPULAR MUNDIAL ) !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
A MASSA SEMPRE FOI BURRA, É BURRA E SEMPRE SERÁ BURRA E AINDA IGNORANTE. COM RARÍSSIMAS EXCEÇÕES AINDA HÁ CABEÇAS PENSANTES NESSE PAÍS !!!!!!!!!!!
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O ponto não é se os Estados Unidos possuem o monopólio da tecnologia atômica, mas nas mãos de quem o poder destrutivo vai estar. Sob o domínio do ditador iraniano é que não pode ficar.
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O poder bélico está no domínio da tecnologia e da informação. A capacidade de antecipar-se a ações do inimigo é que fazem a diferença no campo de batalha. Os alvos são milimetricamente destruídos. Exemplo disso são os aviões pilotados à distância e a superbomba antibunker.
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A bomba com a maior quantidade de megatons é a econômica. O Irã e o seu petróleo são convenientes para os Estados Unidos. É tão verdadeira a afirmação que o ditador iraniano não tem coragem de suspender as vendas do seu petróleo para os americanos e europeus.
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