Justiça liberta mulher acusada de estrangular bebê na Grécia
colaboração para a Folha Online
A Justiça da Grécia libertou uma mulher acusada de estrangular seu filho recém-nascido na ilha mediterrânea de Creta no ano passado, informou nesta sexta-feira seu advogado.
Leah Andrews, 21, enfrentou acusações de assassinato premeditado depois de a polícia achar o bebê morto em um quarto de hotel em Malia.
"A corte julgou que ela é inocente. Ela disse que sentia muito pela perda de seu bebê, que ela pensou ter nascido morto, e disse que era inocente", afirmou Zoe Lama, advogada de Andrews, à agência de notícias Reuters.
Ela foi libertada e pode retornar ao Reino Unido, segundo a defensora, depois de três juízes e a maioria do júri ter decidido a seu favor.
Caso
A polícia encontrou o recém-nascido com lençóis ao redor do pescoço e sobre o rosto quando Andrews foi internada com hemorragia, depois de dar à luz sem assistência médica em seu quarto de hotel.
O relatório de um legista concluiu que a criança havia nascido saudável, mas morreu de asfixia.
Duas outras mulheres britânicas --uma irmã e uma amiga de Andrews--, que dividiam o quarto de hotel com ela, não foram acusadas.
Os britânicos representam aproximadamente um quinto dos 15 milhões de turistas que visitam a Grécia por ano.
No mês passado, a Justiça do país libertou um cidadão do Reino Unido que matou seu filho de seis anos ao pular com ele da varanda de um quarto de hotel em 2006.
Com Reuters
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