Mundo
26/06/2009 - 12h47

Casos de gripe suína em Cuba triplicaram na última semana

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da Efe, em Havana

Os casos de gripe suína --como é chamada a gripe A (H1N1)-- confirmados pelo governo de Cuba passaram de 15 para 46 na última semana, incluindo 20 crianças, segundo um relatório do ministério da Saúde Pública divulgado nesta sexta-feira, na mídia oficial.

Dos 31 novos pacientes com a doença, 11 procediam dos Estados Unidos, dois do México, outros dois do Canadá e um do Chile, e os 15 restantes foram contagiados na ilha após ter contato com os viajantes. "Todos os pacientes evoluíram favoravelmente e a maioria foram dados de alta médica", diz o comunicado do Ministério cubano de Saúde Pública.

Balanço divulgado nesta sexta-feira pela OMS (Organização Mundial da Saúde) revelou que o total de casos já é de 59.814 em 113 países e territórios. No último dia 12, a OMS anunciou que a gripe suína atingiu o nível de pandemia (epidemia generalizada). O termo tem relação apenas com a ampla distribuição geográfica do vírus, e não com a sua periculosidade.

Os EUA continuam concentrando o maior número de casos --21.449, com 87 mortes. Mas o país não registra novos contágios ou mortes há quatro dias. No México, considerado ainda o epicentro da doença, 432 novos casos foram confirmados, em laboratório, em apenas 48 horas, elevando o total de infectados no país para 8.279.

No Brasil, o Ministério da Saúde já confirmou 452 casos. Para a OMS, contudo, uma parte ainda não foi confirmada, e o total ainda é de 399.

Comentários dos leitores
Caro Eugenio Araujo,

A prescrição e dispensação do Olseltamivir fora dos critérios previstos no protocolo do Ministério da Saúde ficam sob a responsabilidade conjunta do médico responsável pela prescrição e da autoridade de saúde local. Nesse caso, a autonomia do profissional está em decidir ou não pela prescrição do medicamento.

Quanto à venda do medicamento nas farmácias, como já foi dito anteriormente, o Ministério da Saúde não a proibiu, porque não tem atribuição para isso. A falta do remédio ocorreu porque a empresa fabricante não conseguiu suprir a demanda do mercado. Segundo o laboratório, o remédio estará disponível nos estabelecimentos comerciais assim que suprir a demanda dos governos. Continuamos à disposição.
fernanda.scavacini@saude.gov.br
Assessoria de Comunicação
Ministério da Saúde
sem opinião
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eugenio araujo (87) 10/12/2009 00h17
eugenio araujo (87) 10/12/2009 00h17
MS
Continuo afirmando que no seu "Protocolo" diz que a prescrição de medicamentos fora do protocolo deve ser validado pela autoridade de Saude local. Isto nao está escrito????Do momento que algo tem que ser em conjunto, não existe autonomia individual, ou seja, o medico que prescreve fora do protocolo deve ser validado pela autoridade de saude local. Então onde esta a autonomia do medico, ou voces mudam o protocolo, ou deixem de dizer mentiras. Pois vale e o que esta escrito em procedimento.
E por falar no tamiflu, quando voces vão deixar de estatizar o mesmo?
Em nenhum pais existe (vamos dizer + 2) . existe esta proibição de vendas em farmacias, ou como voces dizem " o labratorio esta atendendo demanda elevada". Por que no Brasil é diferente dos outros paises, o laboratorio instalado aqui é diferente dos outros paises, pois consegue atender a demanda do mundo, menos do Brasil. Tenha a santa paciencia. não somos bobos. Voces dificultaram o acesso ao medicamento atraves de prescrição medica. Não temos direito de livre escolha de medicos e comprar o medicamento onde quisermos (obs. com prescrição medica, que fique bem claro).
5 opiniões
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Olá Ana Leal,

O Comitê Assessor para Vacinas da Organização Mundial de Saúde divulgou uma nota no dia 4/12 informando que todas as vacinas com e sem adjuvantes foram testadas e são seguras.
Até o momento não se tem evidenciado aumento da ocorrência de eventos adversos graves, em relação à média observada nos últimos anos para outras vacinas.
Para mais informações:
fernanda.scavacini@saude.gov.br.
Assessoria de Comunicação
Ministério da Saúde
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