Mundo
26/06/2009 - 13h24

Hamas concordou em libertar militar de Israel em breve, diz jornal

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da Folha Online

O jornal israelense "Haaretz" informou nesta sexta-feira, com base em fontes diplomáticas da Europa, que o militar Gilad Shalit deverá ser libertado pelo grupo radical palestino Hamas nos próximos dias, como parte de um acordo de troca de prisioneiros entre ambos os lados. O sequestro de Shalit completou três anos nesta quinta-feira (25).

"Uma fonte europeia confiável afirmou que o Egito conseguiu o acordo dois dias atrás. Uma fonte palestina confirmou a informação na noite de ontem [quinta-feira], mas Jerusalém [os israelenses consideram a cidade sua capital] negou qualquer conhecimento sobre o fato", afirma a reportagem do "Haaretz".

Reuters
Foto do militar israelense Gilad Shalit, fornecida por sua família
Foto do militar israelense Gilad Shalit, fornecida por sua família

De acordo com a agência de notícias Reuters, o governo de Israel agem com discrição em relação ao suposto acordo, que combina ainda um cessar-fogo; um alívio do bloqueio que o Estado hebraico impõe à faixa de Gaza, dominada pelo Hamas desde 2007; e a conciliação entre o Hamas e seu rival, o secular Fatah, do presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas.

Os rumores acerca do acordo aumentaram nesta semana não apenas pelo aniversário do sequestro de Shalit mas também pela proximidade da data-limite imposta pelo Egito para o Hamas e o Fatah encerrarem os conflitos que separaram a faixa de Gaza da Cisjordânia. A data é dia 7 próximo.

Nesta quinta-feira, aniversário da captura de Shalit --que era cabo quando foi sequestrado e acabou promovido a sargento--, o Hamas se recusou a confirmar o estado de saúde dele ao mesmo tempo em que incentivou a continuação das negociações sobre a troca dele por mais presos palestinos. Nesta segunda-feira (22), Israel libertou o presidente do Parlamento da ANP, Aziz Dweik, 60, que foi capturado logo após o sequestro de Shalit, em 2007.

Os familiares de Shalit, que também têm cidadania francesa, mantêm pressão para que o premiê de Israel, Binyamin Netanyahu, alcance um acordo, ressaltou a agência Reuters.

Quase 70% dos judeus israelenses são favoráveis à libertação de presos palestinos, incluindo aqueles que cometeram atentados, em troca de Shalit, contra 28% contrários, de acordo com uma pesquisa publicada no site Ynet, do jornal "Yediot Aharonot", nesta quinta-feira. Outros 8% não quiseram opinar.

Comentários dos leitores
simeao brandao (1) 12/11/2009 00h29
simeao brandao (1) 12/11/2009 00h29
ja que o abbas nao quer disputar a reeleicao do ninho de cobras, la do oriente medio, sugiro, que na vinda dele para o Brasil, seja ele eleito presidente da faixa de foz ou da fozjordania, na regiao da triplice fronteira onde vivem centenas de milhares de palestinos que mandam religiosamente dinheiro para o hamas e o hizbollah e que permitiram o treino e a infiltracao de terroristas arabes para explodirem a federacao judaica argentina, em 1994, matando 200 judeus , civis argentinos indefesos. este pessoal tambem recebeu um ilustre visitante, em 1996, um tal de osama....., osama bin laden!!!!!! sem opinião
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alexandre bakunin (68) 11/11/2009 21h49
alexandre bakunin (68) 11/11/2009 21h49
Prezados colegas,
Será que há espaço para um anarco-capitalista aqui neste espaço ?
Pensamento do dia:
Pense grande; ou você já ouviu falar de Alexandre, o médio.
sem opinião
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claudia kabus (243) 11/11/2009 20h43
claudia kabus (243) 11/11/2009 20h43
é ineteressante ver a cara de felicidade do 4dedos junto do presidente do irã e de chavez, e a que ele fez na foto com o presidente de Israel. o apagão foi um belo castigo. o mal por si se destrói. sem opinião
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