Mundo
26/06/2009 - 16h30

Obama leva celebrações havaianas à Casa Branca

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da Efe, em Washington

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, importou nesta sexta-feira as celebrações havaianas para a Casa Branca ao transformar o tradicional piquenique com congressistas em uma homenagem aos festejos de sua terra natal.

Ao longo de todo o dia foram montados tochas típicas havaianas, vasos com palmeiras e tendas no jardim sul da Casa Branca, onde à noite foi realizado um luau. Segundo o chef havaiano Alan Wong, responsável pelo menu da festa, "no Havaí se celebra um luau nas grandes ocasiões, como no primeiro aniversário de um filho ou em um casamento".

Haraz N. Ghanbari/AP
Obama chega com a filha Sasha ao luau havaiano que realizou na Casa Branca; convidados experimentaram pratos e músicas típicas
Obama chega com a filha Sasha ao luau havaiano que realizou na Casa Branca; convidados experimentaram pratos e músicas típicas

Wong completa que um luau é um sinal de grande respeito para com os convidados.

Os pratos tradicionais de um luau incluem poi, uma pasta fermentada à base de um vegetal chamado taro, e porco assado. A maneira clássica de servi-los é em um buraco escavado na terra, mas nesta ocasião a Casa Branca optou por prepará-los muito lentamente em fornos.

A festa começou quando Obama saiu do Salão Oval e foi aos jardins segurando as mãos da filha Sasha, 8. Atrás vinham sua esposa, Michelle, e sua filha mais velha, Malia, 10. "Aloha!, cumprimentou o líder. "Gostaria de oferecer a vocês uma viagem ao Havaí, mas já que as restrições orçamentárias nos impedem, decidimos trazer o Havaí até aqui."

A Casa Branca ofereceu também a seus convidados atuações típicas havaianas, incluindo a apresentação do grupo Tihati, que mescla danças polinésias e a tradicional hula do arquipélago.

Comentários dos leitores
FABIANO TONACO BORGES (1) 08/11/2009 12h10
FABIANO TONACO BORGES (1) 08/11/2009 12h10
Presidente Obama nos dá uma lição de como um Estadista deve tratar o desenvolvimento de uma nação: com justiça social. Sem acesso à saúde garantido pelo Estado não se pode marchar rumo à consolidação de uma nação de forma sustentável. Com esta atitude o Predidente Obama abre mão de uma boa parte de sua popularidade, considerando que ele intefere num mercado (o da prestação de serviços de saúde) extremamente fisiológico, influente economicamente e com grande poder político. Os resultados virão, não tão rápido, mas as gerações porvindouras terão o que comemorar... sem opinião
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J. R. (1133) 08/11/2009 09h19
J. R. (1133) 08/11/2009 09h19
As mortes causadas pelas campanhas dos USA pelo mundo dá para encher milhares de torres gêmeas e wordtradecenters. Na guerra nuclear não haverá vencedores, nem mesmo o poderoso USA sobrará, é a eutanásia da humanidade doente! sem opinião
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Liliane Garcia (3) 06/11/2009 00h23
Liliane Garcia (3) 06/11/2009 00h23
A questão não é o fato do Obama defender o seu país e sim, dar continuidade a uma política de intervenção no país alheio, o que não é nada democrático, logo eles que "prezam" tanto pela democracia. Por qual motivo? Eu também lamento o atentado ocorrido no 11 de setembro, porém, acredito que isso não justifica a invasão estadunidense. Assim como no World Trade Center, no Afeganistão havia e ainda há muitos civis inocentes, sendo eles também vítimas das atrocidades cometidas por ambas as partes. O atentado terrorista provavelmente ainda servirá por muito tempo para justificar uma invasão que não tem justificativa para aqueles que se tornaram vítimas do horror da guerra. 5 opiniões
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