Mundo
27/06/2009 - 15h54

Obama avalia decretar prisão indeterminada para detidos de Guantánamo

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da Efe, em Washington

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, avalia emitir um decreto que autorizará a detenção por tempo indeterminado de alguns dos presos da base militar de Guantánamo, em vez de julgá-los ou libertá-los, diz a imprensa americana.

Obama já mencionou publicamente a possibilidade de manter alguns presos em detenção "prolongada" sem julgamento porque representariam um perigo potencial para os EUA, mas sob "supervisão judicial e legislativa".

Aparentemente, a Casa Branca teme uma difícil batalha no Congresso americano para a aprovação de um novo marco legal que permita esse tipo de encarceramento. Por isso, estuda simplesmente emitir um decreto e não ter de passar pelo Legislativo.

Várias fontes governamentais anônimas revelaram neste sábado essa possibilidade a veículos de imprensa americanos, o que parece indicar que, agora, o governo quer saber qual a reação pública sobre essa opção.

A ordem executiva apelaria ao poder de Obama como presidente para manter detidas pessoas capturadas em um campo de batalha durante um conflito armado, neste caso, a guerra contra o terrorismo. Esse é exatamente o argumento usado por seu antecessor, George W. Bush, para criar Guantánamo.

As organizações de direitos humanos rejeitam essa opção ao argumentar que tal atitude perpetua a política de detenção de Bush. O decreto afetaria pessoas que estão atualmente em Guantánamo, mas não a futuros detidos, segundo a imprensa americana.

Comentários dos leitores
Marlene Pinheiro (1) 19/12/2009 14h14
Marlene Pinheiro (1) 19/12/2009 14h14
Depois de analisar a briga e empurra empurra que foi feito na COP15, para ver quem pagaria 100 bilhoes de dolares, essa matéria parece estupida! Para isso o maior poluente do mundo tem dinheiro, aliás, 6x mais dinheiro do que foi tentado acordar!!!! Que vergonha. sem opinião
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fabio siqueira ferreira (259) 19/12/2009 09h12
fabio siqueira ferreira (259) 19/12/2009 09h12
Determinados tolos imaginam que os Estados Unidos temem o poder nuclear do Irã. E a estultice vai mais longe quando alguns aplaudem a possibilidade de o Irã ter a sua bomba atômica.
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O ponto não é se os Estados Unidos possuem o monopólio da tecnologia atômica, mas nas mãos de quem o poder destrutivo vai estar. Sob o domínio do ditador iraniano é que não pode ficar.
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O poder bélico está no domínio da tecnologia e da informação. A capacidade de antecipar-se a ações do inimigo é que fazem a diferença no campo de batalha. Os alvos são milimetricamente destruídos. Exemplo disso são os aviões pilotados à distância e a superbomba antibunker.
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A bomba com a maior quantidade de megatons é a econômica. O Irã e o seu petróleo são convenientes para os Estados Unidos. É tão verdadeira a afirmação que o ditador iraniano não tem coragem de suspender as vendas do seu petróleo para os americanos e europeus.
2 opiniões
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J. R. (1198) 18/12/2009 07h16
J. R. (1198) 18/12/2009 07h16
O Caso James Bain, que ficou preso 35 anos na Flórida - U-S-A por 35 anos e teve recusado exame de DNA diversas vezes até o que o inocentou, só mostra o quanto as lideranças daquele país são racistas e corruptas, de fato são os maiores terroristas do mundo, e não as "tribos árabes" do Oriente Médio como querem fazer parecer. James Bain foi condenado por ser negro e provavelmente no lugar de alguma figura protegida. 34 opiniões
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