Mundo
02/07/2009 - 07h04

Coreia do Norte realiza teste de mísseis de curto alcance

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da Folha Online

Atualizado às 07h42.

A Coreia do Norte realizou com sucesso o teste de dois mísseis de curto alcance, informa nesta quinta-feira o Serviço de Segurança da Coreia do Sul. Segundo o governo de Seul, os projéteis foram lançados da costa leste país em direção ao mar do Japão.

A agência de notícias CNN informou que o lançamento ocorreu na manhã desta quinta, a partir da base militar de Sinsang-ni, perto da cidade de Wonsan (sudeste do país). "Um dos mísseis foi lançado às 5h20 [17h20 de quarta-feira no Brasil] e o outro, às 6h", afirmou o ministro da Defesa da Coreia do Sul, Won Tae-jae.

O país já havia dado alertas de que faria testes com mísseis em exercícios militares na região. No mês passado, o governo de Pyongyang exigiu que navios se mantivessem distantes de sua área costeira no mar do Leste devido a estes exercícios.

A Coreia do Norte geralmente dispara mísseis de pequeno alcance em exercícios militares e frequentemente escolhe momentos de tensão política para realizar esses lançamentos.

O país realizou seu segundo teste com armas nucleares em 25 de maio, o que provocou uma resolução do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas adotando duras sanções que restringe o lucrativo comércio de armas do país.

Os serviços secretos sul-coreanos detectaram, no fim de junho, o transporte de um míssil de longo alcance para uma base de lançamento no leste da Coreia do Norte. O caso elevou as preocupação com um novo teste nuclear do regime comunista.

Para os governos da Coreia do Sul, dos Estados Unidos e da Rússia, o governo de Pyongyang prepara o novo lançamento de armamentos atômicos. Se ocorrer, de fato, o teste será o terceiro desde 2006.

A agência de notícias sul-coreana Yonhap informou que ainda não há informações sobre os testes, como danos, ou se o míssil lançado nesta quinta-feira carregava materiais nucleares.

Com Efe e Reuters

Comentários dos leitores
J. R. (1159) 21/11/2009 17h42
J. R. (1159) 21/11/2009 17h42
Logo se vê que Israel encontrou um adversário à altura no O.M., pois contesta até mesmo que o Irã lance um satélite em 2011 acusando o mesmo de propósito de espionagem. Interessante, e não tem nenhum prêmio nobel no Irã, cadê o nobel como fator determinante de supremacia racial? Talvez a auto-premiação não seja uma coisa boa afinal ... sem opinião
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eduardo de souza (480) 13/11/2009 13h12
eduardo de souza (480) 13/11/2009 13h12
A coréia do Norte esta certíssima, não dorme enquanto o inimigo esta acordado. Se querem retirar do mundo as armas nucleares comecem com quem tem. Eua e sua compania estão armados até os dentes. Principalmente o Eua mostra que usa bombas nucleares mesmo, e o Japão que se cuide, esta abrigando dentro de sí, o maior trairá que existe. Aqui no Brasil já fomos alvo de ataques pequenos, com outros tipos de armas, o ideal seríamos ter bombas nucleares, caso fossemos atacados de forma mais brutal. Pela liberdade de defesa, quem possui armas nucleares, não podem se intrometer com aqueles que querem possuir também. 1 opinião
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J. R. (1159) 01/11/2009 06h50
J. R. (1159) 01/11/2009 06h50
O impositivo acordo que FHC aderiu para nosso país nos tira do alvo do clube nuclear, controlado pelos nazisionistas do eixo que dominam o mundo. Agora dizem que nem mesmo a proibição de armas nucleares prevista na constituição é suficiente, a intromissão começa a passar dos limites. Qualquer reação ou declaração, como foi a do Bolsonaro para construir bomba, constitui um argumento para o início de uma perseguição, que o Brasil já foi alvo anteriormente, por parte do "não tão aliado assim" U-S-A; de maneira que as autoridades brasileiras devem evitar declarações polêmicas que sirvam de "carvão" para os "candinhas" da AIEA prejudicarem nosso país. "Brasil é pressionado a aceitar inspeções intrusivas a programa nuclear." 56 opiniões
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