Mundo
03/07/2009 - 07h58

Coreia do Norte pode lançar mais mísseis, alerta Coreia do Sul

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da Associated Press, em Seul

A Coreia do Sul reduziu o temor sobre o teste de quatro mísseis de curto alcance pela Coreia do Norte nesta quinta-feira, que classificou como parte de exercícios militares de rotina, e alertou que novos lançamentos devem acontecer nos próximos dias.

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Não está claro, contudo, se o regime comunista testará um míssil de longo alcance, capaz de atingir o Havaí. Os oficiais de defesa dos Estados Unidos dizem que um lançamento do tipo não parece iminente, mas já tomam medidas preventivas.

A Coreia do Norte realizou nesta quinta-feira quatro testes com mísseis de curto alcance em poucas horas e aumentou ainda mais as tensões no leste da Ásia. Há pouco mais de um mês, o regime de Pyongyang realizou testes de mísseis, um teste nuclear e ameaçou de ampliar seu arsenal atômico, em resposta às sanções da ONU (Organização das Nações Unidas) contra o país.

O Ministério da Defesa sul-coreano disse nesta sexta-feira que o lançamento dos mísseis é uma mensagem de provocação para a Coreia do Sul, informou a agência Yonhap.

"Acreditamos que os lançamentos foram realizados levando em conta as relações entre as duas Coreias, já que foram mísseis de curto alcance e não de médio ou longo", disse hoje o porta-voz do Ministério da Defesa sul-coreano, Won Tae-jae.

Contudo, Won Tae-jae afirmou que o país não deu muita importância para os mísseis já que fazem parte de um exercício militar de rotina.

O porta-voz lembrou que em caso de um conflito entre as duas Coreias, os mísseis de curto alcance, como os quatro que a Coreia do Norte lançou nesta quinta-feira, seriam os projéteis mais úteis. Contudo, ele ressaltou que o país, assim como os EUA, não se sentem ameaçados pelos mísseis já que possuem armas muito mais avançadas e sofisticadas.

O lançamento dos mísseis fere a resolução da ONU aprovada após o teste nuclear norte-coreano de 25 de maio que visa reduzir o comércio de armas e material relacionado no país, pedindo quer os países membros façam inspeções nos barcos com suspeita de levar carga proibida.

A Coreia do Norte afirmou que consideraria qualquer intercepção de seus navios como uma declaração de guerra.

Comentários dos leitores
J. R. (1159) 21/11/2009 17h42
J. R. (1159) 21/11/2009 17h42
Logo se vê que Israel encontrou um adversário à altura no O.M., pois contesta até mesmo que o Irã lance um satélite em 2011 acusando o mesmo de propósito de espionagem. Interessante, e não tem nenhum prêmio nobel no Irã, cadê o nobel como fator determinante de supremacia racial? Talvez a auto-premiação não seja uma coisa boa afinal ... sem opinião
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eduardo de souza (480) 13/11/2009 13h12
eduardo de souza (480) 13/11/2009 13h12
A coréia do Norte esta certíssima, não dorme enquanto o inimigo esta acordado. Se querem retirar do mundo as armas nucleares comecem com quem tem. Eua e sua compania estão armados até os dentes. Principalmente o Eua mostra que usa bombas nucleares mesmo, e o Japão que se cuide, esta abrigando dentro de sí, o maior trairá que existe. Aqui no Brasil já fomos alvo de ataques pequenos, com outros tipos de armas, o ideal seríamos ter bombas nucleares, caso fossemos atacados de forma mais brutal. Pela liberdade de defesa, quem possui armas nucleares, não podem se intrometer com aqueles que querem possuir também. 1 opinião
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J. R. (1159) 01/11/2009 06h50
J. R. (1159) 01/11/2009 06h50
O impositivo acordo que FHC aderiu para nosso país nos tira do alvo do clube nuclear, controlado pelos nazisionistas do eixo que dominam o mundo. Agora dizem que nem mesmo a proibição de armas nucleares prevista na constituição é suficiente, a intromissão começa a passar dos limites. Qualquer reação ou declaração, como foi a do Bolsonaro para construir bomba, constitui um argumento para o início de uma perseguição, que o Brasil já foi alvo anteriormente, por parte do "não tão aliado assim" U-S-A; de maneira que as autoridades brasileiras devem evitar declarações polêmicas que sirvam de "carvão" para os "candinhas" da AIEA prejudicarem nosso país. "Brasil é pressionado a aceitar inspeções intrusivas a programa nuclear." 56 opiniões
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