Oposição do Irã convoca protestos por aniversário de ataque a universidade
da Efe, em Teerã
A oposição iraniana convocou uma nova marcha para a próxima quinta-feira (8), que coincide com o décimo aniversário da violenta repressão dos protestos no campus da Universidade de Teerã.
Em comunicado que circula pela internet, são propostas nove rotas que acabam na praça de Enquelab --próxima à Universidade de Teerã-- para evitar a ação das forças de segurança.
Sob o lema "Vamos derrubar o céu (com nossos gritos)", o comunicado aparece acompanhado de uma imagem simbólica de uma mão levantada com o sinal da vitória e duas mãos unidas em forma de triângulo. Ambas formam em persa o número 18, com a palavra "tir" escrita embaixo, data do calendário iraniano do ataque policial à residência universitária.
Na madrugada daquele dia, que coincide com 9 de julho, grupos de policiais e voluntários islâmicos Basij atacaram uma das residências universitárias. Havia cinco dias, os estudantes protestavam contra o fechamento do jornal reformista "Salaam" e contra uma lei aprovada pelo Parlamento que limitava a liberdade de expressão.
A mobilização, que representou uma nova corrente de protesto estudantil, surpreendeu o regime e foi o primeiro golpe à presidência do reformista Mohamad Khatami, que dois anos antes havia vencido as eleições graças aos estudantes, aos jovens e às mulheres, aos quais tinha prometido mais liberdade.
A brutalidade das forças de segurança, e especialmente dos Basij, levou à intervenção do líder supremo da Revolução, aiatolá Ali Khamenei, que teve que pedir aos milicianos que se contivessem.
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"O Parlamento iraquiano aprovou nesta terça-feira um acordo de cooperação marítima com o Reino Unido que permitirá o retorno de entre cem e 150 soldados britânicos ao sul do país árabe, para ajudar a treinar a Marinha iraquiana e proteger as instalações petrolíferas."
Este é o sinal obvio que os ingleses se apossaram das companhias de petróleo iraquianas após enforcarem Sadam Hussein e colocarem "testas de ferro e laranjas" da nova elite iraquiana. Como se não bastasse o exército iraquiano vigiará os poços para eles. Provavelmente, após o saque ao tesouro iraquiano, no lugar de ouro e outras moedas, os corsários os encheram de dólares cheirando a tinta. O Irã deve abrir bem os olhos, pois isso é o que é pretendido para eles também. É bom que a revolução dos aiatolás comece a educar seu povo maciçamente, a fim de não facilitar a invasão dos inimigos que sempre contam com que o povo esteja na ignorância.
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