Mundo
05/07/2009 - 09h24

Apesar do risco de violência, Zelaya diz que volta a Honduras hoje

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da Folha Online

O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, afirmou neste domingo (5) que está disposto a a retornar ao país hoje, apesar de ser advertido do perigo da iniciativa, que pode gerar intensos confrontos.

Ele afirmou que quer voltar a Honduras para que a nação "volte à paz", após o golpe de Estado que o expulsou há uma semana do poder. "Planejei meu retorno no domingo", afirmou Zelaya, em seu discurso na Assembleia Geral da OEA (Organização dos Estados Americanos), que suspendeu Honduras de seu direito de participação na instituição.

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O ex-embaixador de Honduras perante a OEA, Carlos Sosa, afirmou que o avião que levará Zelaya a Honduras deve sair na manhã de hoje de Washington e chegar ao país por volta das 18h, no horário de Brasília. Ele deve viajar a bordo de um avião privado, cuja lista de passageiros não foi revelada --ontem, Zelaya afirmou que chegaria ao país na companhia de "vários presidentes".

Em Tegucigalpa, capital do país, seguidores do presidente deposto se preparavam para recebê-lo. Eles passaram a noite em albergues e devem realizar uma marcha até o aeroporto local. Sosa não quis informar se Zelaya vai chegar em Tegucigalpa ou outro lugar. Ele classificou a medida como uma "missão pacífica" e pediu que os hondurenhos rechacem qualquer ato de violência.

De acordo com Sosa, Zelaya estará acompanhado, provavelmente, do secretário-geral da OEA, José Miguel Insulza, "e outras personalidades do hemisfério". Entretanto, Insulza afirmou que sua viagem não está confirmada --ele diz que "se necessário, viajará". Hoje haverá uma reunião para decidir quem voltará com o presidente a Honduras, ainda que, segundo Insulza, a decisão sobre o regresso seja do presidente deposto, e não da organização.

Insulza advertiu que a medida é "arriscada". "Acho que há riscos. Se você me pergunta se será um regresso seguro, é evidente que não", diz.

Durante discurso na OEA, Zelaya lembrou que em princípio ia voltar na quinta-feira (2) a Honduras, mas que adiou sua viagem para não interferir nas gestões diplomáticas da OEA para restituí-lo e restaurar a democracia.

Zelaya disse que o "regime do terror está vivo" em Honduras, "está operando hoje na noite" em referência ao governo que surgiu do golpe de Estado e que é liderado por Roberto Micheletti, e às "repressões" que estão acontecendo nesse país.

Com Efe e France Presse

Comentários dos leitores
Gedeão Barros (93) 25/11/2009 12h12
Gedeão Barros (93) 25/11/2009 12h12
Sr. OLIVER OAK (vulgo "Hugo Chavez), concluindo o meu post anterior, como eu estava dizendo, a palavra hebraica "goy" deve ser traduzida como estrangeiro. Isso não é discriminação, apesar do sr. ter-se arremessado contra ela no fórum que fala da popularidade do OBAMA. Por aí se observa a sua fixação psicótica.
Já para a maçonaria, por exemplo, quem não é maçon, é chamado de profano. Esta sim, é uma palavra de sentido pejorativo. Mas, nem por isso, os maçons desenvolveram ódio aos profanos. Pelo menos é o que se nota aparentemente.
Terei tempo e paciência para rebater todas as asneiras de que os judeus se "esacondem" atrás da religião. O sr. não entende nada da religião dos judeus e fica dando palpite. Aliás, quem cita os autores traidores do povo judeu NOAM CHOMSKI e NORMAN FILKENSTEIN, suspeitos de portarem o Transtorno Bipolar do Humor, antigamente denominado de psicose maníaco-depressiva, demonstra o nível de intelectualidade assumiu. Agora, o auge foi citar, como se fosse um grupo normal, o NETUREI KARTA. Nessa eu vou nadar de braçada. Até logo, Sr. Oliver.
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Gedeão Barros (93) 25/11/2009 12h00
Gedeão Barros (93) 25/11/2009 12h00
Não é que achei você, Oliver Oak, vulgo "HUGO CHAVEZ". Que feiúra, Sr. Oliver. Até no fórum sobre OBAMA o Sr. descamba o assunto para demonstrar o seu ódio contra os judeus? Em todos os assuntos, o Sr. dá um jeito de enfiar Israel no meio? É obsessão doentia. Os seus comentários são realmente muito claros e definidos: demonstram que o Sr. é anti-semita e age tal e qual os neo-nazistas, embora ache esses termos "velhas balelas". Ora, quem é radicalmente contra SIONISMO é anti-semita. Alguma dúvida?
O sr. critica a palavra hebraica "goy" (plural goyim). Em momento algum ela é utilizada em sentido pejorativo, como constou erradamente na wikipédia. Goy significa povo. Com o passar dos tempos, dentro do exílio, os judeus fizeram uso da palavra para identificar um não-judeu. Porém pelo mesmo sentido da palavra, todo judeu fora da Terra de Israel é goy também. A própria Torá friza por diversas vezes: "Fostes estrangeiro no Egito". É importante notar que a idéia do respeito pelos outros, e os valores de uma sociedade pluralista, formam uma parte antiga e integrante do Judaísmo e da tradição judaica. Os rabinos ensinaram que todos os homens são iguais aos olhos de Deus - se eles cumprem a vontade de Deus. O Talmud diz: "Seja judeu ou gentio, homem ou mulher, rico ou pobre - é de acordo com as ações do homem que a Presença Divina paira sobre ele." Portanto, para ficar bem claro, é como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro".
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Gedeão Barros (93) 25/11/2009 11h49
Gedeão Barros (93) 25/11/2009 11h49
Sr. Moderador, estou tentando passar aqui, um pronunciamento do presidente da Costa Rica, Sr. OSCAR ARIAS. Poucas vezes li um pronunciamento de presidente de um país das Américas tão realista quanto este. Até que enfim um dirigente com a mente aberta e com visão de futuro. Ele é discriminado pelo nosso "grande" Lula, Evo Cocaleiro, Hugo Chapolin e Correa ... arghhhhh.
Seria muito bom que os leitores de visão ampla lessem e refletissem sobre o texto. E seria uma oportunidade de crescimento para aqueles de visão bitolada, se bem que os fanáticos não lêem matérias que julgam contrárias à sua paixão. As palavras do Presidente Oscar Arias foram proferidas na Cúpula das Américas em Trinidad e Tobago, 18 de abril de 2009. Acho que a maioria não teve conhecimento, pois, a tão criticada mídia da "zelite" não é tão "zelite" assim, por não ter dado a justa repercussão.
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