Sarkozy exige libertação de estudante francesa detida no Irã
da Folha Online
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, exigiu nesta terça-feira a libertação da universitária francesa detida desde 1º de julho no Irã por acusações de espionagem que classificou de "fantasiosas".
"Eu digo da maneira mais clara e mais simples: exigimos a libertação de nossa compatriota. Estas acusações de espionagem são muito fantasiosas e não têm razão de ser", declarou o francês em uma entrevista coletiva ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
"Sequestrar cidadãos franceses sob o pretexto de espionagem, ninguém pode aceitar isso. [...] "Não quero duvidar por um só momento de que será libertada em um período curto", completou Sarkozy.
O ministro francês das Relações Exteriores, Bernard Kouchner, anunciou na segunda-feira que a estudante francesa Clotilde Reiss, 23, está presa no Irã desde 1º de julho, acusada de espionagem.
Segundo Kouchner, a jovem, professora de francês na Universidade de Ispahan, foi detida no aeroporto de Teerã quando tentava retornar para a França.
As autoridades iranianas citam como argumento fotos que Reiss tirou durante os protestos da oposição que seguiram a reeleição do ultraconservador presidente, Mahmoud Ahmadinejad. Os líderes da oposição acusam Ahmadinejad de ter fraudado o pleito de 12 de junho.
Kouchner afirmou a legisladores que Reiss admitiu haver tirado as fotografias e enviado pela Internet, junto a comentários. O ministro afirmou ainda que autoridades francesas conversaram com a jovem três vezes e expressaram esperança de que o embaixador francês possa visitá-la nesta quarta-feira.
Sarkozy ressaltou que não questiona os resultados da eleição iraniana e sim a violência com a qual os manifestantes foram confrontados.
"O que condenamos é a violência", disse o presidente.
O líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, alertou nesta segunda-feira para o "impacto negativo" do quer chamou de intromissão das potências ocidentais em temas internos do Irã.
Com agências internacionais
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"O Parlamento iraquiano aprovou nesta terça-feira um acordo de cooperação marítima com o Reino Unido que permitirá o retorno de entre cem e 150 soldados britânicos ao sul do país árabe, para ajudar a treinar a Marinha iraquiana e proteger as instalações petrolíferas."
Este é o sinal obvio que os ingleses se apossaram das companhias de petróleo iraquianas após enforcarem Sadam Hussein e colocarem "testas de ferro e laranjas" da nova elite iraquiana. Como se não bastasse o exército iraquiano vigiará os poços para eles. Provavelmente, após o saque ao tesouro iraquiano, no lugar de ouro e outras moedas, os corsários os encheram de dólares cheirando a tinta. O Irã deve abrir bem os olhos, pois isso é o que é pretendido para eles também. É bom que a revolução dos aiatolás comece a educar seu povo maciçamente, a fim de não facilitar a invasão dos inimigos que sempre contam com que o povo esteja na ignorância.
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