Mundo
08/07/2009 - 08h47

Obama aproveita G8 para pedir diálogo com Irã e Coreia do Norte

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da Folha Online

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, está na Itália para a cúpula do G8 (grupo dos sete países mais industrializados, mais a Rússia). Lá, em entrevista coletiva, afirmou que é importante conversar com Irã e Coreia do Norte para que renunciem às armas nucleares, dias depois de assinar um acordo com a Rússia pela redução de suas ogivas nucleares.

"É muito importante que a comunidade internacional converse com países como Irã e Coreia do Norte para encorajá-los a tomar um caminho que não resulte em uma corrida por armas nucleares em lugares como o Oriente Médio", declarou.

"Existem outros meios para que estes países garantam sua soberania", comentou Obama.

Em breves declarações, o americano lembrou que acabava de vir da Rússia, onde na segunda-feira assinou com o presidente russo, Dmitri Medvedev, um compromisso rumo a um acordo sobre redução de armamento nuclear.

Segundo o presidente americano, "é importante que Rússia e EUA cumpram suas obrigações para que possamos conversar com países como Irã e Coreia do Norte e encorajá-los a dar passos para não contribuir à proliferação nuclear".

Obama falou após um encontro de 45 minutos com o presidente italiano, Giorgio Napolitano, com quem conversou no palácio do Quirinale em Roma antes de ir para a cidade de Áquila, onde terá hoje uma reunião bilateral com o primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi.

Obama também mencionou os temas que serão abordados na reunião do G8 em Áquila, a cerca de cem quilômetros de Roma, incluindo a mudança climática, a crise financeira global e a pobreza no mundo.

Também reiterou que os EUA estão dispostos a ajudar na reconstrução de zonas e monumentos históricos devastados pelo terremoto de 6 abril que arrasou Áquila, deixando quase 300 mortos.

Por sua vez, o presidente italiano relatou que durante a conversa com seu colega americano ambos abordaram assuntos como a participação da Itália em contingentes de paz no mundo e especialmente no Afeganistão.

Com Efe e France Presse

Comentários dos leitores
ANDRE LUIZ (16) 21/12/2009 14h57
ANDRE LUIZ (16) 21/12/2009 14h57
SINCERAMENTE EU NÃO ACREDITO !!!!!!!!!!!!!
O PLACAR DE PERSONALIDADES DO ANO COMPUTA QUE ZINA ( SEI LÁ O QUE É ZINA ! ) ESTÁ Á FRENTE DO NOSSO PRESIDENTE DA REPÚBLICA, A FRENTE DE CÉSAR CIELO ( RECORDISTA MUNDIAL E TANTAS MEDALHAS TROUXE AO BRASIL, E AINDA Á FRENTE DE MICKAEL JACKSON ( ÍCONE DA MÚSICA POPULAR MUNDIAL ) !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
A MASSA SEMPRE FOI BURRA, É BURRA E SEMPRE SERÁ BURRA E AINDA IGNORANTE. COM RARÍSSIMAS EXCEÇÕES AINDA HÁ CABEÇAS PENSANTES NESSE PAÍS !!!!!!!!!!!
sem opinião
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Marlene Pinheiro (1) 19/12/2009 14h14
Marlene Pinheiro (1) 19/12/2009 14h14
Depois de analisar a briga e empurra empurra que foi feito na COP15, para ver quem pagaria 100 bilhoes de dolares, essa matéria parece estupida! Para isso o maior poluente do mundo tem dinheiro, aliás, 6x mais dinheiro do que foi tentado acordar!!!! Que vergonha. 7 opiniões
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fabio siqueira ferreira (261) 19/12/2009 09h12
fabio siqueira ferreira (261) 19/12/2009 09h12
Determinados tolos imaginam que os Estados Unidos temem o poder nuclear do Irã. E a estultice vai mais longe quando alguns aplaudem a possibilidade de o Irã ter a sua bomba atômica.
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O ponto não é se os Estados Unidos possuem o monopólio da tecnologia atômica, mas nas mãos de quem o poder destrutivo vai estar. Sob o domínio do ditador iraniano é que não pode ficar.
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O poder bélico está no domínio da tecnologia e da informação. A capacidade de antecipar-se a ações do inimigo é que fazem a diferença no campo de batalha. Os alvos são milimetricamente destruídos. Exemplo disso são os aviões pilotados à distância e a superbomba antibunker.
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A bomba com a maior quantidade de megatons é a econômica. O Irã e o seu petróleo são convenientes para os Estados Unidos. É tão verdadeira a afirmação que o ditador iraniano não tem coragem de suspender as vendas do seu petróleo para os americanos e europeus.
18 opiniões
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