Governador iraniano promete "esmagar" novas manifestações estudantis
da Folha Online
O governador da Província de Teerã alertou nesta quinta-feira que vai "esmagar" qualquer manifestação organizada para lembrar os dez anos dos protestos estudantis de 9 de julho de 1999, que ocuparam a capital Teerã por vários dias.
"Não concedemos nenhuma autorização para uma manifestação. Se alguns querem realizar ações contra a segurança influenciados pelos canais de televisão contrarrevolucionários, serão esmagados pelo povo", advertiu Morteza Tamadon, citado pela agência oficial Irna.
"Os inimigos estão furiosos pela calma que seguiu os distúrbios pós-eleição e estão tentando prejudicar a paz através de contrarrevolucionários estrangeiros e redes notórias", disse Tamaddon, acrescentando que o público deve rejeitar qualquer plano de protesto e que o governo garantirá "forte segurança".
Segundo testemunhas, panfletos foram distribuídos para convocar uma manifestação na tarde desta quinta-feira diante da Universidade de Teerã em memória dos protestos estudantis de julho de 1999, violentamente reprimidos pelo governo.
Caso o protesto aconteça, será a primeira manifestação desde a confirmação dos resultados da eleição presidencial de 12 de junho em que o presidente ultraconservador, Mahmoud Ahmadinejad, foi reeleito.
Ao menos 20 pessoas morreram e centenas ficaram feridas durante a repressão violenta das manifestações posteriores à eleição, nas quais a oposição acusou Ahmadinejad de fraude.
Apoiadores do principal líder da oposição, Mir Hossein Mousavi, convocaram novos protestos não apenas para Teerã, mas também outras cidades. Não há um grande protesto na capital há 11 dias.
Na manhã desta quinta-feira, não havia sinais de que a segurança foi reforçada em Teerã, mas as autoridades já tomaram algumas medidas para evitar a organização de possíveis manifestantes: as mensagens de texto em celular foram prejudicadas, as universidades foram fechadas e o governo decretou feriado nesta terça-feira e quarta-feira.
Com France Presse e Associated Press
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"O Parlamento iraquiano aprovou nesta terça-feira um acordo de cooperação marítima com o Reino Unido que permitirá o retorno de entre cem e 150 soldados britânicos ao sul do país árabe, para ajudar a treinar a Marinha iraquiana e proteger as instalações petrolíferas."
Este é o sinal obvio que os ingleses se apossaram das companhias de petróleo iraquianas após enforcarem Sadam Hussein e colocarem "testas de ferro e laranjas" da nova elite iraquiana. Como se não bastasse o exército iraquiano vigiará os poços para eles. Provavelmente, após o saque ao tesouro iraquiano, no lugar de ouro e outras moedas, os corsários os encheram de dólares cheirando a tinta. O Irã deve abrir bem os olhos, pois isso é o que é pretendido para eles também. É bom que a revolução dos aiatolás comece a educar seu povo maciçamente, a fim de não facilitar a invasão dos inimigos que sempre contam com que o povo esteja na ignorância.
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