Laboratório da Argentina anuncia produção de antiviral contra gripe suína
colaboração para a Folha Online
O laboratório Sidus, de capital argentino, anunciou nesta sexta-feira que iniciou a produção no país de oseltamivir, indicado para o tratamento do vírus da gripe suína --como é chamada a gripe A (H1N1).
A Sidus destacou, em comunicado, que foi um dos laboratórios que conseguiram a licitação convocada pelo governo da Argentina e que fornecerá ao Ministério da Saúde 1,4 milhão de cápsulas (140 mil doses de tratamento) do remédio.
Além disso, a empresa farmacêutica argentina produzirá um excedente para abastecer outros canais de distribuição, "de maneira a aproximar este produto à população".
O remédio é produzido na unidade farmacêutica que a Sidus tem na cidade de Pilar, na Província de Buenos Aires.
Na última terça-feira (14), a Argentina informou sobre 137 mortos pela gripe suína, e com isso superou o México e se transformou no segundo país do mundo com maior quantidade de mortes pela doença, atrás apenas dos Estados Unidos.
Segundo as autoridades argentinas, há 3.056 mil casos confirmados por amostra de laboratório, mas os infectados poderiam chegar a 100 mil.
Sintomas
A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.
Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha vírus, e examinadas em laboratório. Os antigripais Tamiflu e Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são eficazes contra o vírus H1N1, segundo testes laboratoriais, e parecem ter dado resultado prático, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).
Com Efe
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Continuo afirmando que no seu "Protocolo" diz que a prescrição de medicamentos fora do protocolo deve ser validado pela autoridade de Saude local. Isto nao está escrito????Do momento que algo tem que ser em conjunto, não existe autonomia individual, ou seja, o medico que prescreve fora do protocolo deve ser validado pela autoridade de saude local. Então onde esta a autonomia do medico, ou voces mudam o protocolo, ou deixem de dizer mentiras. Pois vale e o que esta escrito em procedimento.
E por falar no tamiflu, quando voces vão deixar de estatizar o mesmo?
Em nenhum pais existe (vamos dizer + 2) . existe esta proibição de vendas em farmacias, ou como voces dizem " o labratorio esta atendendo demanda elevada". Por que no Brasil é diferente dos outros paises, o laboratorio instalado aqui é diferente dos outros paises, pois consegue atender a demanda do mundo, menos do Brasil. Tenha a santa paciencia. não somos bobos. Voces dificultaram o acesso ao medicamento atraves de prescrição medica. Não temos direito de livre escolha de medicos e comprar o medicamento onde quisermos (obs. com prescrição medica, que fique bem claro).
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Até o momento não se tem evidenciado aumento da ocorrência de eventos adversos graves, em relação à média observada nos últimos anos para outras vacinas.
Para mais informações:
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