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Tempestade Danny ganha força e pode atingir os EUA como furacão
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da Folha Online
A tempestade tropical Danny ganhou força nesta quinta-feira no oceano Atlântico, em uma trajetória errática que poderia levá-la a chegar perto da costa nordeste dos Estados Unidos como furacão durante o próximo fim de semana.
Meteorologistas do Centro Nacional de Furacões, dos EUA, pediram para que os moradores da área que vai da Carolina do Sul à Nova Inglaterra --região constituída pelos Estados de Maine, New Hampshire, Vermont, Massachusetts, Rhode Island, e Connecticut-- monitorassem a tempestade caso ela guinasse para oeste.
Ao meio-dia desta quinta-feira, no horário de Brasília, o centro da tempestade Danny estava em um ponto cerca de 885 km a sul-sudeste do Cabo Hatteras, na Carolina do Norte. Ela percorria uma trajetória rumo ao noroeste a 20 km por hora e esperava-se que guinasse para o norte e depois para nordeste.
A trajetória poderia levar a tempestade, com 20% de probabilidades, para perto da Nova Inglaterra no sábado e depois para as províncias marítimas do Canadá, no Atlântico, no domingo. Com isso, ela atingiria a região produtora de energia do Canadá, que exporta petróleo, gás natural e produtos refinados para a região nordeste dos EUA.
Danny tinha ventos sustentados de 95 km por hora e os meteorologistas afirmaram que poderia se transformar em furacão no sábado. As tempestades tropicais tornam-se furacões quando os ventos sustentados chegam a 119 km por hora.
Os meteorologistas preveem que Danny ultrapassará esse patamar de velocidade no sábado, tornando-se o segundo furacão da temporada, e depois começará a perder força.
A temporada de furacões na bacia atlântica começa o 1 de junho e finaliza o 30 de novembro. Na atual, já se formaram quatro tempestades, incluindo Danny, e um furacão, Bill.
A Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA) dos EUA em sua previsão atualizada no início de agosto espera a formação de 7 a 11 tempestades tropicais e de 3 a 6 furacões, dos quais um ou dois poderiam ser de categoria 3, 4 ou 5, as maiores na escala de intensidade Saffir-Simpson.
Com Reuters, France Presse e Efe
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