Na ONU, EUA rejeitam relatório que acusa Israel de crimes de guerra
da Efe, em Genebra
Os Estados Unidos rejeitaram nesta terça-feira, no Conselho de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas), um relatório de uma missão da própria organização que acusa Israel de "crimes de guerra" pela ofensiva realizada no território palestino da faixa de Gaza entre dezembro e janeiro passados. Recém-chegados ao conselho, os EUA disseram que o relatório é "parcial e anti-israelense".
Leia a íntegra do relatório da ONU (em inglês)
| Mohammed Saber/Efe |
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| Homem coloca bandeira do Hamas sobre escombros deixados por ação israelense em Gaza; EUA rejeitam relatório que acusa Israel |
O relatório, presidido pelo juiz sul-africano Richard Goldstone, que foi apresentá-lo na sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, nesta terça-feira, diz que a ofensiva de Israel foi contra "o povo de Gaza em conjunto" e seguiu "uma política de castigo". "Israel não adotou as precauções requeridas pelo direito internacional para limitar o número de civis mortos ou feridos nem os dados materiais", acusa o relatório, que traz diversas denúncias de má conduta contra militares israelenses.
O relatório afirma que Israel "cometeu crimes de guerra e, possivelmente, contra a humanidade", mas pondera que também o fizeram os grupos armados palestinos que disparam foguetes contra as cidades do sul de Israel sem distinguir entre alvos civis e militares --justamente o argumento de Israel para a ofensiva.
Logo após a apresentação, Michael Posner, secretário de Estado adjunto americano para Democracia, Direitos Humanos e Trabalho, disse que o relatório é "profundamente parcial" e "fraco" em sua metodologia. Na sua fala, Posner também denunciou o tratamento que Israel recebe, historicamente, no Conselho de Direitos Humanos, que é dominado por países islâmicos e não-alinhados.
"Não se pode fazer equivalência moral entre Israel, um Estado democrático com direito à autodefesa, e o grupo terrorista Hamas, que respondeu à retirada israelense de Gaza aterrorizando os civis no sul de Israel", disse o americano.
Essa rejeição dos EUA ao relatório acontece apesar dos pedidos de diversas ONGs, entre elas Human Rights Watch (HRW), de que o presidente Barack Obama aceitasse o relatório como forma de fazer avançar o processo de paz na região.
Quase 1.400 palestinos e 13 israelenses morreram durante os enfrentamentos, entre 28 de dezembro de 2008 e 18 de janeiro, quando Israel invadiu Gaza com o argumento de tentar deter o lançamento de mísseis, por parte do Hamas, contra seu território.
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adoro aqueles que adoram governantes desses paises
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O senhor acha graça nas coisas que escreve?
O senhor escreve falÇo com cedilha.
Eu não acho engraçado isto. Eu acho triste. Isto se aprende no pré-primário; aos seis anos. Porque o senhor não entra nos foruns de portugues?
O senhor acha graça nos discursos de Lula? encontra sabedoria no que ele fala?
Eu fico triste cada vez que vejo o presidente de meu país - GRAÇAS A DEUS ESTÁ ACABANDO O GOVERNO DESTA TURMA - falar alguma asneira do tipo...a ligação das torres de "energias" estão ligadas pois estão interligadas.
Isto não é engraçado nem um pouco.
Relaxa e goza quando tem apagão em aeroporto também não é nada engraçado. também não vejo graça no ministro LOBÂO falar que o assunto está encerrado; não vejo graça na peruca feia dele; Não vejo graça em ver o Sarney e o lula abraçados com o Collor.
Outro dia vi o programa "A praça é nossa". popularesco, simplório. MAS MUITO ENGRAÇADO E INOFENSIVO. Não acrescenta cultura nenhuma, MAS ELES NÃO USAM NOSSOS IMPOSTOS PARA FALAR OU FAZER ASNEIRAS.
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" A unanimidade é burra "
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