Pentágono desmente envio não-anunciado de soldados ao Afeganistão
da France Presse, em Washington
da Folha Online
O Pentágono desmentiu nesta terça-feira a informação divulgada pelo jornal americano "Washington Post" de que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, tenha decidido enviar ao Afeganistão, sem anunciar, 13 mil soldados adicionais além dos 21 mil reforços que ele divulgou em março passado.
Segundo o site do jornal americano, o reforço envolveria principalmente oficiais de apoio --como engenheiros, médicos, especialistas de inteligência e da polícia militar. O jornal como fonte um funcionário do Departamento de Defesa.
A decisão elevaria o total aprovado por Obama a 34 mil homens.
"Nada foi escondido", declarou o coronel Dave Lapan, repetindo a informação do ministério da Defesa de que o número de soldados chegará aos 68 mil até o final do ano.
Segundo o "Post", o destacamento teria recebido pouco destaque por parte de oficias do Pentágono e da Casa Branca, que falaram mais a respeito do envio de forças de combate.
O comandante militar americano no país, general Stanley McChrystal, pediu um reforço de 40 mil soldados para enfrentar a renovada força dos insurgentes da milícia Taleban.
No início de outubro, os EUA mantinham um total de 65 mil homens no Afeganistão, que foi invadido no final de 2001, após os ataques terroristas de 11 de setembro. Outros 124 mil soldados são mantidos pelos EUA no Iraque.
No final de 2007 e início de 2008, os EUA chegaram a manter 160 mil homens no Iraque, enquanto o número total no Afeganistão era de 26 mil.
O Exército dos EUA mantém 17 brigadas destacadas no mundo todo --11 delas no Iraque e cinco no Afeganistão-- segundo dados do Pentágono.
A Corporação dos Marines também possui uma brigada expedicionária no Afeganistão.
Estratégia
A informação e o desmentido acontecem em um momento em que Obama faz uma revisão da estratégia americana no Afeganistão para lidar com a piora da situação no país, onde as baixas americanas já chegam a quase 800.
Lançada após os ataques terroristas de 11 de Setembro, a guerra no Afeganistão visava combater a insurgência Taleban e minar a estrutura da rede terrorista Al Qaeda no país.
Segundo ele, seu principal objetivo é impedir que membros da rede terrorista Al Qaeda mantenham uma base para ataques contra alvos americanos ou aliados. Recentemente, ele disse a 18 legisladores que manterá esse foco, embora saiba que sua decisão não agradará a todos.
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O presidente americano deixou claro que não pretende dobrar o número de soldados no Afeganistão, tampouco retirar todas as tropas.
No último dia 7, dia que marcou o 8º aniversário do conflito, Obama se reuniu com sua equipe de segurança nacional para discutir os rumos da guerra. No domingo (11), ele conversou com o embaixador dos EUA no Afeganistão, Karl Eikenberry, sobre a recente eleição no país e a revisão da estratégia americana na região.
O senador republicano John McCain disse no domingo à rede de TV americana CNN que a decisão de não enviar reforços ao Afeganistão seria um "erro de dimensão histórica"'.
O líder americano não anunciou um cronograma para o fim do conflito até o momento.
Com Efe
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Deve ter começado mais ou menos assim:
"Pô Obama, você não disse que eu era "o cara"? Então, eu acreditei, achei que era pra valer..."
A cumparenhada finalmente começa a acordar para a realidade, para o que eles são na verdade, ou seja nada, um zerão redondão á esquerda (que por coincidência, é o lado favorito deles...).
Lula agora, o ator enganador, se tornou o personagem principal daquele filme:
"O Rato que Ruge..."
Responder para Obama? Ele?
Só se for...
Sim senhor!
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