Obama reitera prazo para saída de tropas do Iraque e vê nova fase entre os dois países
da Associated Press
da Folha Online
Em reunião em Washington com o premiê iraquiano, o presidente Barack Obama disse nesta terça-feira que os Estados Unidos mantêm o plano de retirar todas as tropas de combate americanas do Iraque até agosto de 2010.
Após o encontro com Nouri al Maliki, Obama também disse que está acompanhando de perto os trabalhos do Parlamento iraquiano para aprovar uma lei eleitoral para definir a estrutura legal para uma eleição nacional considerada decisiva, em janeiro.
Sem uma lei eleitoral, a votação poderá ser adiada, o que pode atrapalhar os planos americanos de começar a reduzir de forma significativa presença de tropas americanas após as eleições.
"Temos visto nos últimos meses a consolidação de um compromisso com a política democrática dentro do Iraque", disse Obama. "Estamos muito interessados, os dois, no sentido de assegurar que o Iraque tenha uma lei eleitoral que seja aprovada a tempo para que as eleições possam acontecer em janeiro."
Al Maliki, também ouviu essa mensagem em reuniões nesta segunda-feira, com o vice-presidente Joe Biden.
O premiê foi aos EUA enquanto está sendo realizada uma conferência em Washington para impulsionar os negócios e os investimentos internacionais no Iraque, onde seis anos de guerra devastaram a infraestrutura nacional, fábricas e o fundamental setor petrolífero.
"Nós falamos apenas sobre questões militares e de segurança", disse Obama. "O que é maravilhoso sobre esta viagem é que ela representa uma transição em nossas relações bilaterais, porque estamos indo agora além das questões de segurança e estamos começando a falar sobre economia e comércio."
Obama planeja manter no Iraque uma força de 30 mil a 50 mil soldados após 31 de agosto de 2010, com o objetivo de treinar e equipar as forças iraquianas e proteger as equipes de reconstrução provincial, projetos internacionais e pessoal diplomático. Há aproximadamente 124 mil soldados americanos no Iraque, mas as tropas de combate já se retiraram das grandes cidades e centros urbanos no fim de junho.
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Acho que um conflito mundial é o mais provável de acontecer, infelizmente... O melhor seria nos prepararmos para o pior.
A maioria das grandes potências são "grandes" somente no armamento e pequenas na humanidade. Não sei como realmente, separado das emoções, você observa o andamento das ações e medidas, financiadas por essas "potências". E olha que tem mais na panela... É por isso que outros países cansados da exploração e da ameaça, estão se preparando para enfrentarem inimigos. Inimigos das coisas boas que a vida pode trazer, inimigos das amizades, das trocas de cultura e ciência, da BOA VONTADE. Inimigos travestidos de "salvadores", que por dentro tem por único objetivo a destruição. Seres que por um capricho da natureza, odeia a NATUREZA e as pessoas que não são iguais a eles. Essa é a única explicação que cabe para esses Srs. das Guerras, que por trás de uma mesa, comandam covardemente pessoas para a morte.
"Vejam que uniforme lindo fizemos prá vocês... O senhor das guerras não gosta de crianças..." (Música de um autor brasileiro.)
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