Mundo
22/10/2009 - 08h58

Ataque deixa dois militares mortos na capital do Paquistão

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da Folha Online

Homens armados que circulavam de moto abriram fogo contra um veículo do Exército em Islamabad, capital do Paquistão, nesta quinta-feira e mataram dois militares, entre eles um alto comando, informaram autoridades locais.

A emboscada aconteceu em um bairro residencial de Islamabad e os terroristas conseguiram fugir de moto, segundo a polícia, que isolou a zona e lançou uma operação para capturar os insurgentes. A rede de TV Geo afirma que o motorista ficou ferido.

Adrees Latif/Reuters
Policiais fazem guarda ao lado do veículo militar que foi alvo de tiros de homens armados; dois militares morreram
Policiais fazem guarda ao lado do veículo militar que foi alvo de tiros de homens armados; dois militares morreram

"Dois soldados morreram, um deles era um oficial, e outro militar ficou ferido", declarou o médico Altaf Hussein, porta-voz do hospital PIMS, citado pela agência de notícias France Presse.

O porta-voz do Exército, major general Athar Abbas, identificou o militar de alto escalão morto como o brigadeiro Moin Haider. "Foi um ato de terrorismo. O objetivo era matar e aparecer no noticiário", disse.

Haider é o segundo militar de alto escalão morto em ataque atribuído os militantes em menos de duas semanas, depois de uma emboscada nos quartéis do Exército em Rawalpindi.

Todos os postos de controle policial situados nos arredores foram postos em alerta máximo e as autoridades ordenaram uma investigação para esclarecer o crime.

Nenhum grupo assumiu a autoria do ataque --o segundo em dois dias na capital, depois do duplo atentado suicida desta terça-feira (20) que matou cinco pessoas na Universidade Internacional Islâmica de Islamabad.

O ataque faz parte ainda de uma onda de atentados terroristas que deixaram quase 200 mortos nas últimas semanas, enquanto o Exército paquistanês avança em sua operação de grande escala no reduto da insurgência do grupo militante islâmico Taleban, a região tribal do Waziristão do Sul.

Os analistas alertaram sobre a possibilidade de mais ataques nos centos urbanos a medida em que os terroristas são expulsos de seus redutos no interior do país. O Taleban espera que o banho de sangue faça com que a ofensiva contra eles torne-se impopular e o governo desista da operação.

Com agências internacionais

Comentários dos leitores
Joel Saraiva (133) 27/11/2009 17h22
Joel Saraiva (133) 27/11/2009 17h22
Mundo civilizado, cultura adiantada, ou seja, de primeiro mundo, Europa, é assim, quando o sujeito "peca", não adianta "confessar para o padre", nem pedir perdão a Deus, o negócio é ir direto para o inferno. Lá pelo menos, terá companheios que já fazem "festa" com o que desviou, junto com seu chefe, o Satã. Quem tem vergonha na cara, não quer enfrentar a sociedade pela frente, após o cometimento de atos ilícitos e imorais. No Japão, costumam cometer o harakiri, na Ásia de modo em geral, e Europa, pedem perdão e, vão prá casa se esconder de vergonha. No Brasil, continuam na política, de cara limpa, engabelando o povo, não temendo a Justiça, pelo contrário, contratam advogados dos mais expressivos, para se safarem. Também pudera, estamos ainda na faixa do terceiro mundo, somos latinos. Joel Carlos de Almeida Saraiva, Investigador de Polícia, dos Altos do Jaraguá, São Paulo/SP 1 opinião
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Antonio Fouto Dias (2776) 27/11/2009 16h50
Antonio Fouto Dias (2776) 27/11/2009 16h50
Em qualquer país sério e principalmente desenvolvido, quando se descobre um escândalo, os envolvidos correm para renunciar aos seus cargos.
E no Brasil, como se comportam os políticos envolvidos em escândalos?
Ah!!! Estou me lembrando do que disse um reporter em um telejornal, quando se referia à corrupção:
'ENQUANTO NA ÁSIA, OS CORRUPTOS QUANDO DESCOBERTOS, SE MATAM, NO BRASIL ELES MORREM, DE RIR".
Éh!!! Faz sentido.
sem opinião
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Jaime Dos Santos (2) 27/11/2009 13h14
Jaime Dos Santos (2) 27/11/2009 13h14
São mdois pesos e duas medidas: Israel não permite inspeções em seu arsenal atômico e fica por isso mesmo, já o Irã, não pode enriquecer urânio> Um General ordena ataques que matam civis no Afeganistão e sequer é processado por crimes de Guerra, enquanto faz-se um alarde incrível com a Coréia do Norte. Oh ! Hipocrisia sem opinião
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