Mundo
22/10/2009 - 17h17

Proteger Obama sobrecarrega serviço secreto dos EUA, diz jornal

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da Efe, em Washington

O grande número de ameaças de morte feitas a Barack Obama, primeiro presidente negro da história dos Estados Unidos, e um aumento no número de crimes de ódio registrado no país, tem sobrecarregado o Serviço Secreto (SS) americano, encarregado da sua proteção.

Charles Dharapak/AP
Obama, ainda em campanha, chega em academia cercado pelo serviço secreto
Obama, ainda em campanha, chega em academia cercado pelo serviço secreto

Um relatório interno do Congresso dos EUA ao qual o jornal "The Boston Globe" teve acesso aponta que Obama começou a receber proteção do SS ainda 18 meses antes de ser eleito, um recorde. Ele também já é o presidente americano que mais recebeu ameaças de morte desde que assumiu a Casa Branca.

Um recente estudo do Southern Poverty Law Center aponta que os crimes de ódio nos EUA aumentaram 35% desde 2000, de 602 para 926, e destaca que a eleição de Obama agravou o fenômeno.

Além de ser responsável pela segurança do presidente e dos líderes máximos do país, o SS investiga crimes financeiros, como falsificações, parte das tarefas que foram atribuídas para aquele organismo, inicialmente.

No entanto, segundo o relatório, atualmente, essas tarefas estão negligenciadas para que os esforços fiquem concentrados na segurança do presidente e dos outros líderes americanos e para evitar tanto tentativas de assassinato quanto ataques terroristas a grandes reuniões nacionais e internacionais.

Em seu relatório, o Congressional Research Service aponta que, ao avaliar as atuais tarefas do SS, chegou à conclusão de que esta mistura de funções pode ser "ineficaz" e contempla a possibilidade de transferir algumas dessas atividades para outros órgãos. Edwin Donovan, agente especial e porta-voz do SS, confirmou ao jornal que "não há dúvida de que a missão de proteção [ao presidente] aumentou".

Comentários dos leitores
eduardo de souza (499) 01/12/2009 19h26
eduardo de souza (499) 01/12/2009 19h26
Como anunciar o fim da guerra no Afeganistão, que guerra? Essa que estão fazendo para ter o domínio do território assegurando os oleodutos que lá atravessam. Que guerra Barak Obama, essa que a nação americana financiou para as empresas privadas? Que guerra? Essa que fazem, não importa aonde, visando lucros com vendas de armas, controle de posição de exécito em outros continentes... Um dia estará escrito na história humana um capítulo assemelhando voces com o tão temido e odiado líder alemão da segunda guerra mundial. Dirá a história, que num curto espaço de tempo, dois "monstros" foram o martírio da humanide. sem opinião
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Henrique Silva (201) 01/12/2009 00h44
Henrique Silva (201) 01/12/2009 00h44
Nos EUA a situação da saúde para quem não tem seguro-saúde é infinitamente pior que a situação de um trabalhador brasileiro que depende do SUS. Fazer um sistema de saúde que garanta atendimento básico na maior potência econômica do mundo é muito importante não só para o povo americano pobre, mas para a imagem dos EUA no mundo. sem opinião
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Carlos Gonçalves (418) 30/11/2009 19h52
Carlos Gonçalves (418) 30/11/2009 19h52
George Bush pai fooooi amigo do pai de Bin Ladem. George Bush filho foi amigo e sócio do Salem Bin Ladem , irmão de Osama. O Bush filho teve tres sócios, dois quebraram e Salem morreu de acidente de avião, conveniente, quem ficou com os despojos?
Osama foi treinado pela CIA, à época do domínio soviético no Afeganistão. 32 mil rebeldes, aquela época, venceram e expulsaram os soviéticos. Hoje, como são contra os americanos, são chamados de terroristas. Engraçado não é.? Todos sabem que o Afeganistão é estratégico para os EUA que se dirigem países com desinência -ão: Turquistão, azerbaijão, Casaquistão...
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