Mundo
28/10/2009 - 18h53

EUA pedem ajuda à Espanha para que Europa acolha mais presos de Guantánamo

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da Efe, em Washington

Os Estados Unidos pediram à Espanha ajuda para que mais países europeus acolham presos de Guantánamo, segundo disse nesta quarta-feira o ministro da Justiça espanhol, Francisco Caamaño, depois de se reunir em Washington com o procurador-geral americano, Eric Holder.

Caamaño explicou em um encontro com a imprensa que Holder lhe transmitiu a necessidade de colaborar com todos os países da Europa e lhe pediu que ajude a "explicar politicamente" a importância de aumentar esta colaboração "como país que viveu diretamente o terrorismo de uma maneira direta".

Segundo Caamaño, Holder reafirmou a determinação dos EUA de fechar Guantánamo e destacou o compromisso da Espanha que, segundo confirmou o ministro, acolherá a dois presos e os ministérios de Interior e Assuntos Exteriores estão revisando "alguns casos mais".

Segundo Caamaño, não se trata de tomar decisões unilaterais mas de ajudar como União Europeia aos EUA "assumindo cada um uma parte da responsabilidade de acolher pessoas procedentes de Guantánamo", para poder cumprir o objetivo do governo do presidente Barack Obama de fechar a prisão.

Trata-se, disse, de "dar uma mão para fazer ver que não é só um problema interno de um país mas de escala global e, portanto, ao ajudar um estamos ajudando todos"

O ministro não informou o prazo no qual serão transferidos os dois presos à Espanha e sobre os outros casos ressaltou que "é preciso ver o perfil da pessoa, é preciso fazer um estudo, ver como se pode integrar e isto leva um tempo".

Antes de sua mudança terão que estabelecer-se a situação na qual ficarão esses presos "garantindo seu status", já que se são pessoas que não têm causas pendentes em seus expedientes poderiam reintegrar-se diretamente na sociedade, "por isso é preciso constatar os perfis", afirmou.

Comentários dos leitores
O Pacificador (220) 27/11/2009 23h53
O Pacificador (220) 27/11/2009 23h53
E lula responde á Carta do Obama...
Deve ter começado mais ou menos assim:
"Pô Obama, você não disse que eu era "o cara"? Então, eu acreditei, achei que era pra valer..."
A cumparenhada finalmente começa a acordar para a realidade, para o que eles são na verdade, ou seja nada, um zerão redondão á esquerda (que por coincidência, é o lado favorito deles...).
Lula agora, o ator enganador, se tornou o personagem principal daquele filme:
"O Rato que Ruge..."
Responder para Obama? Ele?
Só se for...
Sim senhor!
sem opinião
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Carlos Gonçalves (406) 27/11/2009 17h47
Carlos Gonçalves (406) 27/11/2009 17h47
Até quando os americanos podem matar e não serem responsáveis pelos crimes que cometem contra civilizações iraquiana, afegãs, entre outras.? 3 opiniões
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Natália Barcelo (1) 26/11/2009 11h12
Natália Barcelo (1) 26/11/2009 11h12
Os EUA influencia, ainda que sutilmente, decisões internacionais. Lula, no meu ponto de vista, fez certo em receber Ahmadinejad a fim de estabelecer, além de esclarecer sua posição em relação ao enriquecimento de urânio do Irã. Afirmando que apoia desde que seja para fins pacíficos, em outras palavras; desde que voces nao façam uma bomba atómica. O que prova ser contraditório, pois uma região como o Irã com tantos conflitos e uma notável instabilidade, pode intencionalmente criar armas nucleares a fim de se "precaverem". Lula reafirmou sua posiçao de nem lá nem cá. Concorda com o Irã, mas sem entrar em divergencia com os EUA. sem opinião
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