Mundo
29/10/2009 - 13h44

Conselho de Segurança faz reunião de emergência sobre Afeganistão

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da Folha Online

O Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) realizará nesta quinta-feira uma reunião de emergência sobre o Afeganistão, no dia seguinte a um violento ataque contra uma hospedaria da ONU em Cabul, que deixou 12 mortos.

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, se reunirá a portas fechadas com o Conselho de Segurança de 15 membros às 15h30 (17h30 no horário de Brasília), assinalou a ONU em um comunicado.

Nesta quarta-feira, os militantes do grupo islâmico Taleban assumiu a autoria de um ataque contra uma hospedaria que deixou seis funcionários da missão da ONU no país (Unama) mortos.

O porta-voz dos talebans, Zabiullah Mujahid, disse que esta é apenas uma "primeira etapa" para desestabilizar a eleição presidencial, que terá seu segundo turno em 7 de novembro próximo, com a disputa entre o atual presidente Hamid Karzai e o ex-chanceler Abdullah Abdullah.

O Taleban também ameaçou violentos ataques e um boicote antes do primeiro turno, realizado em 20 de agosto. Segundo analistas, o temor causado pela onda de ataques antes da votação afastou os eleitores das urnas nas regiões mais violentas do país.

O chefe da missão da ONU no país, Kai Eide, afirmou que o atentado não vai fazer com que as Nações Unidas abandonem suas atribuições no Afeganistão.

Os Estados Unidos também alertaram que o ataque não afetará a realização do segundo turno, depois do qual o presidente Barack Obama deve anunciar se aceitará a recomendação de aumentar as tropas no país para evitar um possível fracasso do combate ao Taleban, conforme alertou o comandante das forças estrangeiras do país, Stanley McChrystal.

Comentários dos leitores
Joel Saraiva (133) 27/11/2009 17h22
Joel Saraiva (133) 27/11/2009 17h22
Mundo civilizado, cultura adiantada, ou seja, de primeiro mundo, Europa, é assim, quando o sujeito "peca", não adianta "confessar para o padre", nem pedir perdão a Deus, o negócio é ir direto para o inferno. Lá pelo menos, terá companheios que já fazem "festa" com o que desviou, junto com seu chefe, o Satã. Quem tem vergonha na cara, não quer enfrentar a sociedade pela frente, após o cometimento de atos ilícitos e imorais. No Japão, costumam cometer o harakiri, na Ásia de modo em geral, e Europa, pedem perdão e, vão prá casa se esconder de vergonha. No Brasil, continuam na política, de cara limpa, engabelando o povo, não temendo a Justiça, pelo contrário, contratam advogados dos mais expressivos, para se safarem. Também pudera, estamos ainda na faixa do terceiro mundo, somos latinos. Joel Carlos de Almeida Saraiva, Investigador de Polícia, dos Altos do Jaraguá, São Paulo/SP 1 opinião
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Antonio Fouto Dias (2776) 27/11/2009 16h50
Antonio Fouto Dias (2776) 27/11/2009 16h50
Em qualquer país sério e principalmente desenvolvido, quando se descobre um escândalo, os envolvidos correm para renunciar aos seus cargos.
E no Brasil, como se comportam os políticos envolvidos em escândalos?
Ah!!! Estou me lembrando do que disse um reporter em um telejornal, quando se referia à corrupção:
'ENQUANTO NA ÁSIA, OS CORRUPTOS QUANDO DESCOBERTOS, SE MATAM, NO BRASIL ELES MORREM, DE RIR".
Éh!!! Faz sentido.
sem opinião
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Jaime Dos Santos (2) 27/11/2009 13h14
Jaime Dos Santos (2) 27/11/2009 13h14
São mdois pesos e duas medidas: Israel não permite inspeções em seu arsenal atômico e fica por isso mesmo, já o Irã, não pode enriquecer urânio> Um General ordena ataques que matam civis no Afeganistão e sequer é processado por crimes de Guerra, enquanto faz-se um alarde incrível com a Coréia do Norte. Oh ! Hipocrisia sem opinião
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