Mundo
29/10/2009 - 20h11

Obama pensou seriamente em ter Hillary como vice, revela livro

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da Efe, em Washington

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pensou "muito seriamente" em escolher a atual secretária de Estado, Hillary Clinton, como sua candidata à Vice-Presidência. É o que revela seu diretor de campanha, David Plouffe, em seu livro de memórias "The Audacity to Win" ("A Audácia para Vencer", em tradução livre), que começa a ser vendido em novembro, mas teve trechos publicados nesta quinta-feira pela revista "Time".

O livro fala sobre a vitoriosa campanha eleitoral de Obama em 2008. Nele, Plouffe revela que, na primeira reunião para escolher o candidato a vice, "Obama claramente pensava em Hillary Clinton mais seriamente do que tínhamos pensado".

Segundo o então candidato democrata, Hillary tinha "a inteligência, a disciplina, a tenacidade" entre seus pontos fortes, mas o fato de ser casada com o ex-presidente Bill Clinton (1993-2001) o demovia da ideia. De acordo com o livro, Obama temia que, com Hillary como vice-presidente, "poderia haver mais de duas pessoas em nossa relação".

Segundo Plouffe, nem ele, nem o principal estrategista da campanha de Obama, David Axelrod, eram "devotos da opção Hillary". "Nós víamos seus evidentes pontos fortes, mas pensávamos que haveria muitas complicações, antes e depois das eleições", aponta o autor.

Desde o início, revela o diretor de campanha, "recebemos muitíssimos conselhos de muitos de seus simpatizantes para que a selecionássemos", embora os conselhos "talvez pudessem ser mais bem descritos como uma pressão sutil". Por fim, a lista de candidatos se reduziu para três nomes: o senador Evan Bayh; o governador da Virgínia, Tim Kaine; e o senador Joe Biden.

Kaine, amigo de Obama, foi descartado por não ter experiência em política externa. Na decisão final entre Bayh e Biden, o atual presidente decidiu pelo último.

Comentários dos leitores
O Pacificador (220) 27/11/2009 23h53
O Pacificador (220) 27/11/2009 23h53
E lula responde á Carta do Obama...
Deve ter começado mais ou menos assim:
"Pô Obama, você não disse que eu era "o cara"? Então, eu acreditei, achei que era pra valer..."
A cumparenhada finalmente começa a acordar para a realidade, para o que eles são na verdade, ou seja nada, um zerão redondão á esquerda (que por coincidência, é o lado favorito deles...).
Lula agora, o ator enganador, se tornou o personagem principal daquele filme:
"O Rato que Ruge..."
Responder para Obama? Ele?
Só se for...
Sim senhor!
sem opinião
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Carlos Gonçalves (406) 27/11/2009 17h47
Carlos Gonçalves (406) 27/11/2009 17h47
Até quando os americanos podem matar e não serem responsáveis pelos crimes que cometem contra civilizações iraquiana, afegãs, entre outras.? 3 opiniões
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Natália Barcelo (1) 26/11/2009 11h12
Natália Barcelo (1) 26/11/2009 11h12
Os EUA influencia, ainda que sutilmente, decisões internacionais. Lula, no meu ponto de vista, fez certo em receber Ahmadinejad a fim de estabelecer, além de esclarecer sua posição em relação ao enriquecimento de urânio do Irã. Afirmando que apoia desde que seja para fins pacíficos, em outras palavras; desde que voces nao façam uma bomba atómica. O que prova ser contraditório, pois uma região como o Irã com tantos conflitos e uma notável instabilidade, pode intencionalmente criar armas nucleares a fim de se "precaverem". Lula reafirmou sua posiçao de nem lá nem cá. Concorda com o Irã, mas sem entrar em divergencia com os EUA. sem opinião
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