Mundo
30/10/2009 - 13h05

Coreia do Sul enviará tropas e engenheiros ao Afeganistão

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JACK KIM
da Reuters, em Seul (Coreia do Sul)

A Coreia do Sul irá enviar um contingente policial de segurança e tropas militares ao Afeganistão para proteger o trabalho de uma nova e maior equipe de engenheiros civis, afirmou o Ministério de Relações Exteriores nesta sexta-feira.

O anúncio vem em meio a expectativas sobre a decisão dos Estados Unidos em relação ao relatório do general Stanley McChrystal, comandante das tropas internacionais no Afeganistão, que pediu um reforço de mais de 40 mil tropas.

Lee Jin-man/AP
Soldados sul-coreanos participam de exercício militar no país; Seul enviará reforço para sua missão civil no Afeganistão
Soldados sul-coreanos participam de exercício militar no país; Seul enviará reforço para sua missão civil no Afeganistão

A Coreia do Sul disse que não permitirá que as tropas se engajem em operações de combate, disse um porta-voz do ministério. Seul tem estado sob pressão para contribuir com tropas com as operações chefiadas pelos EUA no Afeganistão, mas disse que não irá enviar forças de combate.

Há uma semana o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Robert Gares, visitou o país e aliviou potenciais pontos de atrito antes da visita do presidente Barack Obama a Seul no próximo mês.

A Coreia do Sul retirou cerca de 200 engenheiros militares e médicos do Afeganistão depois que 23 missionários sul-coreanos foram sequestrados e dois morreram pelas mãos dos militantes do grupo islâmico Taleban em 2007.

"A equipe que planejamos criar deve ajudar na reconstrução geral em uma das províncias do Afeganistão... além da equipe existente de treinamento médico que operamos na base aérea norte-americana de Bagram", afirmou o porta-voz do ministério, Moon Tae-young, em entrevista a jornalistas.

Um representante afirmou que a força será grande o bastante para proteger o grupo de pelo menos 130 trabalhadores de reconstrução.

Os EUA possuem 65 mil militares no Afeganistão e esse número deve chegar a 68 mil este ano. Outras nações, principalmente aliados da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), possuem cerca de 39 mil militares no país.

Comentários dos leitores
Carlos Benedito Favoretto (21) 15/12/2009 11h04
Carlos Benedito Favoretto (21) 15/12/2009 11h04
Já passou da hora dos meios de comunicação pararem de passar esses fatos horriveis.
Já temos os nossos problemas e quando acordamos pela manhã somos obrigados a ver esses absurdos.
Os caras de lá não se entendem , como um povo que acredita na própria morte para matar bestamente outros pode nos dar conhecimento ou qualquer informação importante?
Vamos cuidar das pessoas que ainda estão na enchente sem chuva!!!!!!!!
sem opinião
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Aos criticos da ocupação dos Estados Unidos no Afeganistão e Iraque.
Aos criticos da ocupação no Haiti comandada pelo Brasil.
No holocausto talves não deveriamos ter lutado e sim esperado o Sr. Adolfo Hitler se arrepender de suas crueldades.
"Para que o mal vença basta que os bons não façam nada"
Hoje em Darfur é cometido varios genocidios a cada dia, familias inteiras são assasinadas. É... mas vamos esperar os que lá matam, eles vão se arrepender.
Que Hipocrisia!!!

Paulo Goiânia
5 opiniões
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Chris Maria (269) 13/12/2009 10h28
Chris Maria (269) 13/12/2009 10h28
É isso aí, Sr. Valentin Makovski (377) 11/12/2009 15h08. Inclusive Angelina Jolie, como embaixadora da Boa Vontade da ONU, recentemente escreveu um artigo no site da revista "Newsweek" sobre a situação em Darfur, no Sudão, onde cobra de Obama uma solução. Nele, ela lembra que 300 mil pessoas já foram mortas por milícias apoiadas pelo governo e que há 2,7 milhões fora de suas casas. Lembra ainda sobre a impunidade dos envolvidos na matança. 7 opiniões
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