Sobe para 95 o número de mortes por gripe suína na Venezuela
da Efe, em Caracas
As mortes por causa da gripe suína (A H1N1) subiram para 95 na Venezuela, onde já foram registrados 1.947 casos da doença, disse neste sábado a vice-ministra de Saúde Comunitária, Indira Corado.
De abril --quando o vírus H1N1 foi detectado no país-- até hoje foram detectados 11.276 casos suspeitos da doença no país, mas 1.947 foram confirmados, detalhou a funcionária.
"Ao todo, 95 pessoas morreram devido às complicações em doenças associadas à gripe", afirmou Corado em declarações à Agência Bolivariana de Notícias (ABN).
A vice-ministra reiterou o pedido à população para que procure imediatamente um médico aos primeiros sintomas da doença.
"Pelo menos 80% dos pacientes que morreram consultaram um médico depois do quinto dia de sintomas, situação que complicou o quadro médico", referiu Corado.
Além disso, ressaltou que o Governo venezuelano "forneceu de maneira gratuita mais de 41 mil tratamentos tanto as pessoas diagnosticadas com o vírus H1N1 quanto as que apresentavam sintomas e depois a doença foi descartada".
O primeiro caso de gripe A foi detectado na Venezuela em 28 de abril em um jovem de 22 anos que tinha viajado para o Panamá.
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No site do Ministério da Saúde há informações sobre vacina, por exemplo, de novembro. Em relação a dados epidemiológicos, temos informações de dezembro. Sobre a venda da vacina em clínicas particulares, ainda não é possível saber. Assim como está ocorrendo em todo o mundo, a demanda está maior do que a capacidade de produção, então é preciso saber se haverá estoque suficiente.
Sobre a disponibilidade do Tamiflu, a Roche informou no dia 14/08, em nota técnica que poderá voltar a abastecer os estabelecimentos comerciais assim que conseguir suprir a necessidade da saúde pública.
Obrigada,
Continuamos a disposição.
Para mais informações:
fernanda.scavacini@saude.gov.br
Assessoria de Comunicação
Ministério da Saúde
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"A prescrição e dispensação do Olseltamivir fora dos critérios previstos no protocolo do Ministério da Saúde ficam sob a responsabilidade conjunta do médico responsável pela prescrição e da autoridade de saúde local. Nesse caso, a autonomia do profissional está em decidir ou não pela prescrição do medicamento."
Finalmente o MS reconhece o que escreveu, a prescrição do medicamento e um ato conjunto do medico responsável pela prescrição e da Autoridade de saúde local. Pois, bem se a autoridade local não quiser assinar em conjunto com o medico, como fica ???? o paciente poderá receber o medicamento???? Esta claro que o medico não tem autonomia, tem que ser validado pela autoridade de saúde local. Se a autoridade de saúde local não quiser assumir a responsabilidade em conjunto com o medico não tem remédio, pois, a chave da farmácia está com o poder publico.
Desta maneira vocês conseguiram estatizar o medicamento, em conjunto com laboratório retiraram o medicamento da farmácia e em conjunto com autoridade de saúde local, impede a prescrição do medico fora do protocolo de vocês. Onde está Conselho Federal de Medicina e O Ministério Publico?
2010 está chegando.
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Os brasileiros não são deficitários de entendimento. O MS que dá a ideias do LAVAR as mãos para situação da iniciativa privada,mas tudo tem que ser passado pelo MS. ATÉ QUANDO VAMOS CONTINUAR SEM OS ANTIVIRAIS???? Pergunto a todos participantes deste forum.A resposta do MS vcs já sabem qual vai ser. O assunto é sério,e efetividade da prevenção,tratamento tem que ser multipla entre a iniciativa privada e o serviço publico(SUS). AÇÃO! REALIDADE! TRANSPARÊNCIA ! VERDADE !! JUSTIÇA!! DEMOCRACIA REAL PARA O POVO!!!!! TRATAMENTO NA HORA QUE PRECISARMOS,SEM FILAS,SEM ANGUSTIA DE SABER ,PORQUE EXISTE A DUVIDA DO MÉDICO PUBLICO FICAR SELECIONANDO GRAU DE GRAVIDADE PARA DARO MINGUADO ANTIVIRAL.
O!! BRASIL É HORA DE ACORDAR. É BOM DORMIR ESPLENDIDAMENTE COM SAÚDE.
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