Mundo
01/11/2009 - 13h17

Eleições locais nos EUA medirão desempenho do governo Obama

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da France Presse, em Nova York

As eleições da próxima terça-feira num pequeno distrito do Estado de Nova York ou para eleger os governadores da Virginia e de Nova Jersey constituem um termômetro político para democratas e republicanos por ocasião do aniversário de um ano da eleição do presidente Barack Obama.

Os republicanos estão de olho na eleição local no distrito 23 do norte do Estado de Nova York, onde se definirá um cargo vago na Câmara de Representantes no Congresso Federal.

Enquanto isso, os democratas observarão com atenção o desempenho de seus candidatos Jon Corzine e Creigh Deeds em Nova Jersey e Virginia, respectivamente, como uma antecipação para as legislativas de 2010.

Em Nova York, o que está em jogo vai muito além da vaga no Congresso. É a definição da alma do Partido Republicano, devastado pelo triunfo de Obama e a atual hegemonia democrata no Congresso.

Segundo uma pesquisa do canal CNN, apenas 36% dos americanos têm atualmente uma imagem favorável dos republicanos.

No entanto, a desgraça de uns é a felicidade de outros: a popularidade de Obama, segundo uma pesquisa Gallup da semana passada, caiu de 62% para 51% entre seu segundo e terceiro trimestre na Casa Branca.

Ao democrata favorito Bill Owens se opõem em Nova York a candidata oficial republicana, a moderada Dede Scozzafava, e um 'outsider' do partido conservador, Douglas Hoffman, impulsionado pela ala direita dos republicanos.

O resultado será considerado uma arbitragem das urnas à pergunta existencial do Grand Old Party: para sair do buraco é preciso dar espaço aos moderados ou consolidar uma direita conservadora pura e radical?

Segundo o ex-estrategista do ex-presidente George W. Bush, Karl Rove, "as eleições de terça serão a prova mais tangível de como a contraofensiva será forte e de como os democratas devem ficar temerosos em 2010".

"Para os republicanos" --acrescentou Rove em uma editorial publicado esta semana no Wall Street Journal-- "parece que a esperança e a mudança estão a caminho".

No próximo ano, um terço do Senado, toda a câmara de Representantes e mais de dois terços dos cargos de governador voltarão à disputa nas eleições de metade de mandato, cruciais para Barack Obama.

Os republicanos poderão capitalizar eleitoralmente a crises econômica, o desemprego e a estagnação da guerra no Afeganistão e, por isso, os democratas ficarão bem atentos ao que vai acontecer em Nova Jersey e Virginia.

Corzine, apoiado por Obama, está numa disputa acirrada com o republicano Chris Christie em Nova Jersey, um tradicional reduto democrata.

Creigh Deeds disputa em Virginia com o republicano Bob McDonnel, que vai de vento em popa segundo as pesquisas, a ponto de Obama decidir enviar uma carta neste fim de semana a mais de 300.000 eleitores.

O que Obama e os democratas medirão na terça, segundo os analistas, é principalmente o grau de mobilização dos eleitores para determinar se podem contar ou não em 2010 com o mesmo entusiasmo de 2008.

Comentários dos leitores
ANDRE LUIZ (16) 21/12/2009 14h57
ANDRE LUIZ (16) 21/12/2009 14h57
SINCERAMENTE EU NÃO ACREDITO !!!!!!!!!!!!!
O PLACAR DE PERSONALIDADES DO ANO COMPUTA QUE ZINA ( SEI LÁ O QUE É ZINA ! ) ESTÁ Á FRENTE DO NOSSO PRESIDENTE DA REPÚBLICA, A FRENTE DE CÉSAR CIELO ( RECORDISTA MUNDIAL E TANTAS MEDALHAS TROUXE AO BRASIL, E AINDA Á FRENTE DE MICKAEL JACKSON ( ÍCONE DA MÚSICA POPULAR MUNDIAL ) !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
A MASSA SEMPRE FOI BURRA, É BURRA E SEMPRE SERÁ BURRA E AINDA IGNORANTE. COM RARÍSSIMAS EXCEÇÕES AINDA HÁ CABEÇAS PENSANTES NESSE PAÍS !!!!!!!!!!!
sem opinião
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Marlene Pinheiro (1) 19/12/2009 14h14
Marlene Pinheiro (1) 19/12/2009 14h14
Depois de analisar a briga e empurra empurra que foi feito na COP15, para ver quem pagaria 100 bilhoes de dolares, essa matéria parece estupida! Para isso o maior poluente do mundo tem dinheiro, aliás, 6x mais dinheiro do que foi tentado acordar!!!! Que vergonha. 7 opiniões
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fabio siqueira ferreira (261) 19/12/2009 09h12
fabio siqueira ferreira (261) 19/12/2009 09h12
Determinados tolos imaginam que os Estados Unidos temem o poder nuclear do Irã. E a estultice vai mais longe quando alguns aplaudem a possibilidade de o Irã ter a sua bomba atômica.
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O ponto não é se os Estados Unidos possuem o monopólio da tecnologia atômica, mas nas mãos de quem o poder destrutivo vai estar. Sob o domínio do ditador iraniano é que não pode ficar.
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O poder bélico está no domínio da tecnologia e da informação. A capacidade de antecipar-se a ações do inimigo é que fazem a diferença no campo de batalha. Os alvos são milimetricamente destruídos. Exemplo disso são os aviões pilotados à distância e a superbomba antibunker.
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A bomba com a maior quantidade de megatons é a econômica. O Irã e o seu petróleo são convenientes para os Estados Unidos. É tão verdadeira a afirmação que o ditador iraniano não tem coragem de suspender as vendas do seu petróleo para os americanos e europeus.
18 opiniões
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