Mundo
07/11/2009 - 05h32

Maioria dos feridos no massacre em base militar do Texas seguem hospitalizados

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da Efe, em Washington

A maioria dos 30 feridos no tiroteio da quinta-feira na base militar de Fort Hood continuam hospitalizados, enquanto a polícia investiga as razões que levaram o major Nidal Malik Hassan realizar o massacre.

Alguns dos feridos se encontram em situação grave, incluindo o agressor, informaram fontes dos hospitais para onde foram transferidos após o massacre, no qual morreram 12 soldados e um civil.

Entre os hospitalizados está a sargento da polícia Kimberly Munley, que estava perto do local do tiroteio para fazer uma revisão em sua patrulha e acudiu ao ouvir o tiroteio.

Munley revidou os tiros disparados por Hassan, mas foi atingida por dois tiros nas pernas.

As autoridades divulgaram a identidade de algumas das vítimas, que morreram no centro de atendimento médico.

Entre eles estavam Francheska Vélez, 21, que estava grávida, e Jason Dean Hunt, 22.

Também morreram Aaron Thomas Nemelka, 19, e Amy Krueger, 29, que se alistou após os atentados de 11 de setembro e prometeu a sua mãe apanhar Osama bin Laden. Ambos se preparavam para ir ao Afeganistão.

Michael Pearson, 21, e Kham Xiong, 23, também estão entre as vítimas.

Entre os feridos, foram divulgados os nomes de Nathan Hewitt, 27, Amber Bahr, 19, Keara Bono, 21, além de Grant Moxon e Ray Saucedo, de idades desconhecidas.

As autoridades ainda não antecipam as suspeitas sobre o que teria motivado o ataque. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu que a população não tirasse conclusões precipitadas.

A Polícia vasculhou o apartamento de Hassan em Killeen (Texas), o automóvel que estacionou na base e entrevistou a alguns de seus familiares.

Na sexta-feira agentes do FBI falaram com Nader Hassan, primo do suspeito. Ele disse que sua família irá cooperar completamente com as autoridades, mas indicou que não tem ideia do que motivou o massacre.

Em declarações prévias à imprensa, Nader Hassan afirmou que seu primo estava "muito chateado" porque ia ser enviado ao Afeganistão.

 

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