Deputados americanos iniciam debate sobre reforma da saúde
da France Presse, em Washington
da Folha Online
O debate sobre a reforma do sistema de saúde nos Estados Unidos, um dos grandes projetos políticos da Presidência de Barack Obama, começou neste sábado na Câmara dos Representantes --o equivalente à Câmara dos Deputados brasileira.
Os legisladores se reuniram pouco antes das 14h (em Brasília) para dar início ao debate, que deve durar várias horas. Os representantes se pronunciarão finalmente sobre o projeto de lei, de aproximadamente 2.000 páginas, cujo objetivo é fornecer cobertura de saúde a milhões de americanos.
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A Câmara pode votar o texto já a partir deste sábado, se os republicanos --que se opõem à reforma-- não realizarem manobras para adiar a votação.
Obama tem dois objetivos centrais com a reforma: reduzir o aumento dos custos com saúde e expandir a cobertura para mais americanos. Os EUA são o único país desenvolvido que não tem um sistema amplo de saúde, que cubra todos os seus cidadãos. As estimativas do governo americano indicam que cerca de 45 milhões de pessoas nos EUA não tem nenhum tipo de cobertura de saúde.
Para isso, a principal proposta de Obama é a criação de um plano de saúde subsidiado pelo governo, que seria acessível aos mais pobres e incentivaria a redução do preços dos planos privados através da competição no mercado.
Uma das principais críticas ao plano é o seu custo. Estima-se que, para todos os americanos estarem segurados, seja necessário gastar US$ 829 bilhões em dez anos.
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Deve ter começado mais ou menos assim:
"Pô Obama, você não disse que eu era "o cara"? Então, eu acreditei, achei que era pra valer..."
A cumparenhada finalmente começa a acordar para a realidade, para o que eles são na verdade, ou seja nada, um zerão redondão á esquerda (que por coincidência, é o lado favorito deles...).
Lula agora, o ator enganador, se tornou o personagem principal daquele filme:
"O Rato que Ruge..."
Responder para Obama? Ele?
Só se for...
Sim senhor!
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