Mundo
11/11/2009 - 23h22

Justiça hondurenha adia opinião sobre restituição de Zelaya

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da Reuters, em Tegucigalpa

A Suprema Corte de Justiça de Honduras adiou nesta quarta-feira uma esperada opinião sobre a restituição do presidente hondurenho deposto, Manuel Zelaya, um passo importante para superar a crise política de mais de quatro meses.

O Congresso pediu uma opinião à Suprema Corte e à Procuradoria Geral para decidir se Zelaya pode ou não voltar ao poder com base em um acordo firmado no fim de outubro por negociadores do presidente deposto e do presidente interino, Roberto Micheletti, sob intermediação dos Estados Unidos.

Tanto Zelaya como Micheletti fizeram um chamado ao Congresso para que tomasse uma decisão. Mas a Suprema Corte, que se reuniu por seis horas, decidiu nomear uma comissão de cinco magistrados que elaborará uma decisão a ser votada pelo tribunal possivelmente na próxima quarta-feira.

"Não se pode dar uma opinião rápida, se deve analisar devidamente pela importância do assunto", disse o porta-voz da Suprema Corte, Danilo Izaguirre.

Comentários dos leitores
Antônio Costa (30) 22/11/2009 00h04
Antônio Costa (30) 22/11/2009 00h04
Caro colega ANTÕNIO GILSON DE OLIVEIRA, simplesmente magnífico. Esse é o corajoso e real exercício da cidadania. Se me autoriza a usar o seu texto, eu também seguirei o seu exemplo. Parabéns. sem opinião
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célio sousa (244) 21/11/2009 23h24
célio sousa (244) 21/11/2009 23h24
Com uma mensagem de apenas três palavras latinas, "Vim, vi, venci" (vim,vi e venci) César anunciou ao Senado Romano sua recente vitória sobre Farnaces II, rei do ponto, na Batalha de Zela, em 47 a,C..
O leitor Antônio Gilson de Oliveira precisou de 2.788 palavras transcritas em 19.309 caracteres para criticar o governo Lula...
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Gedeão Barros (70) 21/11/2009 14h50
Gedeão Barros (70) 21/11/2009 14h50
Parte 2 - Conclusão
"O maior bem do homem pensante é ter explorado o explorável e serenamente venerar o enexplorável." (Goethe).
Para os que tem fé, Deus, no Antigo Testamento, iniciou a preparação de um povo, para implantação de seu grande projeto. ELE, então, ordenou a formação de um povo. Devido à rudez de tantos séculos longínquos, não temos o devido grau de observação para julgar os fatos. Podemos, tão somente, comprovar a sua ocorrência. Deus ordenou a esse povo que marchasse para a terra prometida e a conquistasse. Isso se fez pela força das guerras. Deus, no Antigo Testamento, foi o Senhor dos exércitos. Portanto, a terra prometida foi conquistada, com luta e sangue, assim como nós, que acreditamos na imortalidade da alma, também temos que conquistar a felicidade plena, só possível com Deus. Israel pode não ser o melhor povo do mundo, assim como a esposa de qualquer cidadão pode não ser a mulher mais bela do mundo. Mas, esse povo e essa mulher, foram escolhidos por Deus e pelo cidadão. Essa escolha é fruto de uma relação de amor, inexplicável, misteriosa, completa e feliz. Portanto, Israel não devolverá as terras aos antigos filisteus, cananeus, fenícios ou mais quem seja. Os judeus já foram castigados durante 18,5 séculos, fora outros cativeiros. Esse retorno já estava previsto na própria Bíblia e até no Alcorão. Os palestinos conseguirão se acomodar no seu canto, convivendo em paz com os judeus. Mas, se seus terroristas atacarem, Israel deve responder com força.
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