Mundo
12/11/2009 - 18h25

Hillary Clinton exige liberação incondicional da birmanesa Suu Kyi

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da France Presse, em Manila

A líder opositora de Mianmar e Nobel da Paz, Aung San Suu Kyi, deve ser liberada de forma incondicional, afirmou nesta quinta-feira em Manila a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, em entrevista na capital das Filipinas, Manila, onde iniciou uma visita de dois dias. "Pensamos que ela deve ser liberada e que não tem de ficar presa."

O general Than Shze, homem forte da junta birmanesa, criticou quarta-feira (11) a ingerência "neocolonialista estrangeira", evocando implicitamente as pressões que os EUA exercem para a realização de eleições democráticas no próximo ano.

"O governo prepara a realização de eleições em 2010 conforme a nova constituição", afirmou Than Shze, em mensagem publicada por ocasião da festa nacional birmanesa.

Suu Kyi venceu as eleições de 1990, mas nunca foi autorizada a exercer o poder. Em agosto, foi condenada a 18 meses a mais de prisão domiciliar, pena confirmada em apelação dia 2 de outubro. Aung San Suu Kyi passou 14 dos últimos 20 anos privada de liberdade.

 

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