Violência faz governo interino de Honduras reforçar segurança
da Folha Online
O governo interino de Honduras redobrou as medidas de segurança no país, principalmente em torno dos candidatos presidenciais, diante de um aumento de episódios violentos, enquanto a crise política agravada pela deposição do presidente Manuel Zelaya continua sem solução.
Nos últimos dias ocorreram assassinatos em plena luz do dia, assim como ataques com granadas e bombas caseiras, algo que não aconteceu nem mesmo nas primeiras semanas que se seguiram à deposição, em 28 de junho.
"Temos um plano de proteção para os principais líderes políticos do país, especialmente para os candidatos presidenciais e outros políticos que pediram", disse à Reuters o chefe de polícia Danilo Orellana.
"Este esquema foi posto em prática devido à escalada de atentados e crimes dos últimos dias, com forças e aparatos de inteligência para detectar e neutralizar grupos ou pessoas que tentem realizar atos de violência", explicou.
A violência não é nova no empobrecido país centro-americano, assolado anos atrás pelas temidas "maras" (gangues juvenis), e onde no passado houve atentados e sequestros contra funcionários e seus familiares e operam poderosos cartéis do narcotráfico.
Embora as autoridades não vinculem diretamente o aumento dos delitos nas últimas semanas com a crise política, há quem reconheça que a divisão que ela gerou no país contribuiu para isso.
"É uma situação difícil que é, em parte, exacerbada pela crise política. Mas é um problema que não é novo", disse à Reuters Orlín Cerrato, porta-voz do Ministério de Segurança.
Na terça-feira foi assassinado em Tegucigalpa o irmão do ex-presidente Rafael Callejas (1990-1994), por motivos ainda ignorados. Callejas apoiou o golpe contra Zelaya.
O crime se somou à morte a tiros na segunda de um candidato a prefeito no interior do país e a um ataque no sábado com armas de fogo contra o procurador-geral, que saiu ileso. O procurador tem a responsabilidade de emitir uma opinião para o Congresso sobre o possível regresso de Zelaya ao poder.
Nos dois casos não ficou clara a razão do ataque.
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Valentin Makovski (331) 30/11/2009 15h35
Sr. George Hamilton
Ta certo, devemos abanar as orelhas, fingir que Honduras não tem nd com o Brasil, vamos fingir que nada teve lá, vamos chamar aquele golpe de estado, de uma MAROLINHA, que tal???. Eu to abanando minhas orelhas,e vc??"
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Continue abanando as suas orelhas porque pelo visto devem ser bem grandes, como as minhas são normais de qualquer ser humano eu não tenho esta capacidade e nem razão para abana-las mesmo que tivesse.
Eu não sabia que o Presidente ser destituído por uma Corte Suprema (nosso STF) por descumprir a constituição de seu país que ele ao tomar posse jura defender e obedecer fosse um golpe de estado.
Para vocês esquerdinha se o eleito for de esquerda (os de direita ou centro não pode) ele deveria ter pleno poderes ditatoriais e poder fazer o que quiser sem ligar para as leis e Constituição do País.
Só que não é assim não, a pessoa foi eleita para presidente e não para ditador.
Consulte e leia a Constituição de Honduras e aprenda um pouco mais, ela é diferente da nossa.
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O que é vandalismo político?
A) é a logorréia de um presidente que consiste em atacar coisas valiosas, como a democracia de outro país, com o propósito de arruiná-la;
B) é o exercício de força de alguns presidentes que aniquilam a liberdade de imprensa em seus países;
C) é uma ação própria de um político, que consiste em encher sua cueca com dinheiro público, minando o progresso do país;
D) é qualquer atividade política que resulta em prejuízo aos direitos e liberdades básicos de todos os seres humanos.
E) todas as respostas anteriores
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