Sem avanços na paz, palestinos ensaiam declarar independência
da Folha Online
O negociador-chefe palestino, Saeb Erekat, afirmou neste domingo que os palestinos estão "cansados" do impasse nas negociações por um acordo de paz com o Estado judaico e que planejam pedir o seu reconhecimento, como o Estado independente da Palestina, perante o poderoso Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas).
Erekat afirmou em entrevista à rádio do Exército israelense Galei Tzahal que o atual impasse prova que Israel "não quer uma solução de dois Estados", que prevê a criação de um Estado palestino independente, ao lado de Israel. "Israel continua a ocupação e não está preparado para retornar à mesa das negociações", disse o palestino.
| Daniela Brik /Efe |
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| O negociador palestino, Saeb Erekat, para quem independência unilateral pode ser a resposta para o impasse na paz com Israel |
Com a declaração, o negociador reitera a posição da ANP (Autoridade Nacional Palestina) de não voltar a negociar até que Israel interrompa, definitivamente, a construção de colônias em territórios palestinos ocupados durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967. O primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, se opõe à reivindicação e afirma que constrói só para apoiar o "crescimento natural" das colônias estabelecidas.
Essa radicalização da posição palestina ficou evidente após a visita, na semana passada, da secretária de Estado americana, Hillary Clinton, à região. Ela provocou revolta ao afirmar que o diálogo deveria ser retomado mesmo sem o congelamento dos assentamentos judaicos, em gesto de apoio à posição israelense que, na visão palestina, simplesmente inviabiliza a solução de dois Estados, tida como ideal.
'Esta situação não pode continuar. Devemos alcançar a solução de dois Estados', afirmou o negociador palestino, antes de confirmar que a ANP do presidente Mahmoud Abbas quer um Estado da Palestina com capital em Jerusalém Oriental. Em entrevista ao jornal palestino "Al Ayyam", Erekat afirmou que a ANP quer o reconhecimento de um Estado com as fronteiras anteriores ao avanço israelense de 1967.
Questionado sobre as afirmações, Erekat negou que elas constituam ameaça a Israel. 'Nós somos fracos demais para ameaçar Israel', disse.
Erekat defendeu que o povo palestino "mantenha as suas esperanças" de independência.
Ontem (14), o ministro da Educação israelense, Gideon Sa'ar, acusou os palestinos de serem responsáveis pela estagnação nas negociações, interrompidas desde janeiro deste ano, após a ofensiva do Exército israelense contra o grupo radical palestino Hamas que devastou a faixa de Gaza, entre dezembro e janeiro passados. Para o ministro --e para Hillary, conforme suas afirmações da semana passada--, Netanyahu está disposto a negociar.
Nas entrevistas concedidas nos últimos dias, Erekat se recusou a dizer quando os palestinos pretendem mover sua reivindicação no Conselho de Segurança da ONU. Para a imprensa de Israel, ainda que efetivada, a iniciativa será vetada pelos EUA.
Na semana passada, Abbas provocou uma crise política ao afirmar que, devido à frustração com o projeto de paz, não iria concorrer à reeleição na eleição agendada para janeiro, e que anunciaria novas iniciativas em breve.
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adoro aqueles que adoram governantes desses paises
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O senhor acha graça nas coisas que escreve?
O senhor escreve falÇo com cedilha.
Eu não acho engraçado isto. Eu acho triste. Isto se aprende no pré-primário; aos seis anos. Porque o senhor não entra nos foruns de portugues?
O senhor acha graça nos discursos de Lula? encontra sabedoria no que ele fala?
Eu fico triste cada vez que vejo o presidente de meu país - GRAÇAS A DEUS ESTÁ ACABANDO O GOVERNO DESTA TURMA - falar alguma asneira do tipo...a ligação das torres de "energias" estão ligadas pois estão interligadas.
Isto não é engraçado nem um pouco.
Relaxa e goza quando tem apagão em aeroporto também não é nada engraçado. também não vejo graça no ministro LOBÂO falar que o assunto está encerrado; não vejo graça na peruca feia dele; Não vejo graça em ver o Sarney e o lula abraçados com o Collor.
Outro dia vi o programa "A praça é nossa". popularesco, simplório. MAS MUITO ENGRAÇADO E INOFENSIVO. Não acrescenta cultura nenhuma, MAS ELES NÃO USAM NOSSOS IMPOSTOS PARA FALAR OU FAZER ASNEIRAS.
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" A unanimidade é burra "
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