Mundo
15/11/2009 - 10h05

Paquistão encerrará ofensiva contra bastião taleban "em breve"

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da Efe, em Islamabad

O primeiro-ministro paquistanês, Yousuf Raza Gilani, disse neste domingo que a ofensiva lançada por seu Exército há um mês contra o Waziristão do Sul, principal reduto do grupo radical islâmico Taleban no país, acabará em breve. Ele se recusou a fixar uma data, mas afirmou que será "antes do que os próprios paquistaneses esperavam".

Segundo Gilani, a ajuda internacional que o Paquistão possa receber é vital para ter êxito na luta, porque o país não tem equipamentos mais sofisticados para combater o terrorismo, de acordo com as versões da agência estatal APP e do canal Geo TV.

Em seu boletim militar, o Exército informou sobre cinco insurgentes mortos nas operações militares das últimas 24 horas no Waziristão do Sul, que está sob uma ofensiva em grande escala desde 17 de outubro; e que mais 12 foram mortos e nove presos nas últimas horas em outro ponto de confronto, o vale do Swat.

Naveed Sultan/AP
Paquistaneses deslocados pelo conflito entre Exército e Waziristão do Sul se refugiam em centro de Dera Ismail Khan
Paquistaneses deslocados pelo conflito entre Exército e Waziristão do Sul se refugiam em centro de Dera Ismail Khan

Um porta-voz militar disse ontem (14) à agência de notícias Efe que o Exército paquistanês esperava completar a primeira fase de sua operação no Waziristão nos próximos dias, mas admitiu que continuará havendo "focos de resistência insurgente durante meses", como em Swat. Desde o início da ofensiva na demarcação tribal, ao menos 539 fundamentalistas e 63 soldados morreram, segundo cálculos militares que não têm comprovação independente --e não incluem civis.

Mais de 200 mil civis, segundo dados oficiais, fugiram dos combates em Waziristão do Sul, e o Exército reconhece que não poderão voltar para casa até o próximo ano.

Comentários dos leitores
Joel Saraiva (133) 27/11/2009 17h22
Joel Saraiva (133) 27/11/2009 17h22
Mundo civilizado, cultura adiantada, ou seja, de primeiro mundo, Europa, é assim, quando o sujeito "peca", não adianta "confessar para o padre", nem pedir perdão a Deus, o negócio é ir direto para o inferno. Lá pelo menos, terá companheios que já fazem "festa" com o que desviou, junto com seu chefe, o Satã. Quem tem vergonha na cara, não quer enfrentar a sociedade pela frente, após o cometimento de atos ilícitos e imorais. No Japão, costumam cometer o harakiri, na Ásia de modo em geral, e Europa, pedem perdão e, vão prá casa se esconder de vergonha. No Brasil, continuam na política, de cara limpa, engabelando o povo, não temendo a Justiça, pelo contrário, contratam advogados dos mais expressivos, para se safarem. Também pudera, estamos ainda na faixa do terceiro mundo, somos latinos. Joel Carlos de Almeida Saraiva, Investigador de Polícia, dos Altos do Jaraguá, São Paulo/SP 1 opinião
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Antonio Fouto Dias (2776) 27/11/2009 16h50
Antonio Fouto Dias (2776) 27/11/2009 16h50
Em qualquer país sério e principalmente desenvolvido, quando se descobre um escândalo, os envolvidos correm para renunciar aos seus cargos.
E no Brasil, como se comportam os políticos envolvidos em escândalos?
Ah!!! Estou me lembrando do que disse um reporter em um telejornal, quando se referia à corrupção:
'ENQUANTO NA ÁSIA, OS CORRUPTOS QUANDO DESCOBERTOS, SE MATAM, NO BRASIL ELES MORREM, DE RIR".
Éh!!! Faz sentido.
sem opinião
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Jaime Dos Santos (2) 27/11/2009 13h14
Jaime Dos Santos (2) 27/11/2009 13h14
São mdois pesos e duas medidas: Israel não permite inspeções em seu arsenal atômico e fica por isso mesmo, já o Irã, não pode enriquecer urânio> Um General ordena ataques que matam civis no Afeganistão e sequer é processado por crimes de Guerra, enquanto faz-se um alarde incrível com a Coréia do Norte. Oh ! Hipocrisia sem opinião
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