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China se junta ao grupo de países que suspende importação de carne dos EUA
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A China também se uniu ao grupo de países que suspendeu a importação da carne in natura dos Estados Unidos após o primeiro caso relatado da doença da vaca louca no país.
Com isso, já são pelo menos 15 o número de países que deixaram de comprar carne norte-americana por conta da Encefalopatia Espongiforme Bovina, conhecida popularmente como "mal da vaca louca".
O Ministério da Agricultura do Brasil divulgou uma nota ontem anunciando a suspensão, por tempo indeterminado, da importação de "ruminantes, seus produtos e subprodutos procedentes dos Estados Unidos".
"A China vai temporariamente banir a importação dos Estados Unidos de carne e outros produtos derivados. Isto não inclui leite, laticínios, couro e gelatina", informou o Ministério da Agricultura da China.
Antes da descoberta da doença, estimava-se que as importações da carne bovina dos Estados Unidos para a China cresceriam 11% em 2004, atingindo 30 mil toneladas.
A Colômbia, África do Sul, México e Japão --os dois maiores mercados consumidores de carne dos EUA-- também haviam suspendido a compra do produto.
Também suspenderam a compra de carne dos EUA, Chile, Austrália, Cingapura, Coréia do Sul, Hong Kong, Malásia, Rússia, Tailândia e Taiwan. O Canadá impôs uma proibição parcial ao produto.
O caso de encefalopatia espongiforme (nome científico da doença) foi detectado em um animal enfermo no Estado de Washington.
A doença não havia sido detectada nos EUA anteriormente, mas, na década de 90, devastou a pecuária da Europa.
O serviço de agricultura e pecuária chileno anunciou a suspensão temporária das importações, mas informou que o país não é comprador de carne dos EUA.
O ministério da Agricultura da Austrália disse que volume de importação do país é pequeno e qualquer impacto econômico da decisão será mínimo.
Com agências internacionais
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