13/04/2004
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11h49
Os islâmicos considerados autores dos atentados de 11 de março e que se suicidaram em Leganés, periferia de Madri (capital da Espanha), no último dia 3, ameaçaram em uma fita de vídeo prosseguir com os atentados depois da mudança de governo na Espanha devido à presença espanhola no Afeganistão, informou o Ministério do Interior espanhol.
"Depois de comprovar que a situação não mudou e depois que o novo governo [espanhol] anunciou a abertura de seu mandato com mais luta contra os muçulmanos e o envio de mais tropas ao Afeganistão, as Companhias da Morte e Ansar Al Qaeda tomaram a decisão de continuar com a jihad (guerra santa) e a resistência", afirma a gravação.
Este vídeo foi gravado no dia 27 de março, segundo a reconstrução dos fragmentos feita pela polícia científica espanhola e o Centro Nacional de Inteligência (CNI).
Segundo a transcrição, a fita dava um prazo de uma semana à Espanha para retirar suas tropas "das bases dos muçulmanos de forma imediata e sem condições".
Os sete islâmicos, entre eles os supostos autores da fita, suicidaram-se com explosivos quando a polícia espanhola cercou um prédio de apartamentos de Leganés, onde o vídeo com as novas ameaças foi encontrado.
Especial
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da France Presse, em MadriOs islâmicos considerados autores dos atentados de 11 de março e que se suicidaram em Leganés, periferia de Madri (capital da Espanha), no último dia 3, ameaçaram em uma fita de vídeo prosseguir com os atentados depois da mudança de governo na Espanha devido à presença espanhola no Afeganistão, informou o Ministério do Interior espanhol.
"Depois de comprovar que a situação não mudou e depois que o novo governo [espanhol] anunciou a abertura de seu mandato com mais luta contra os muçulmanos e o envio de mais tropas ao Afeganistão, as Companhias da Morte e Ansar Al Qaeda tomaram a decisão de continuar com a jihad (guerra santa) e a resistência", afirma a gravação.
Este vídeo foi gravado no dia 27 de março, segundo a reconstrução dos fragmentos feita pela polícia científica espanhola e o Centro Nacional de Inteligência (CNI).
Segundo a transcrição, a fita dava um prazo de uma semana à Espanha para retirar suas tropas "das bases dos muçulmanos de forma imediata e sem condições".
Os sete islâmicos, entre eles os supostos autores da fita, suicidaram-se com explosivos quando a polícia espanhola cercou um prédio de apartamentos de Leganés, onde o vídeo com as novas ameaças foi encontrado.
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