19/04/2004
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11h20
O ministro espanhol da Defesa, José Bono, disse nesta segunda-feira que a Espanha "não voltará a dar as costas para a ONU (Organização das Nações Unidas)", referindo-se à Guerra do Iraque e às tropas espanholas enviadas para a região do conflito.
"Nunca mais vamos voltar a dar as costas às Nações Unidas, não voltares a dar as costas ao povo espanhol, nem aos que são de direita nem aos de esquerda, que não entendem a razão de nossas tropas estarem no Iraque", disse o ministro, que assumiu o ministério oficialmente nesta segunda-feira.
"Não podemos atuar contra o povo espanhol", afirmou Bono, considerado uma das figuras mais importantes do PSOE (Partido Socialista Operário Espanhol), referindo-se à guerra e à ocupação do Iraque como uma decisão não legitimada pelas Nações Unidas e que foi levada a cabo sustentada por razões que foram dadas como inexistentes até por aqueles que defendiam a ação.
O PSOE, fervoroso opositor da Guerra do Iraque, sempre afirmou que a intervenção militar anglo-americana, apoiada pelo governo do ex-premiê espanhol José María Aznar, foi iniciada à margem das Nações Unidas.
O novo premiê da Espanha, José Luis Rodríguez Zapatero, anunciou ontem a retirada dos 1.300 soldados espanhóis do território iraquiano.
Com France Presse
Especial
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Ministro diz que Espanha "jamais voltará a dar as costas à ONU"
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da Folha OnlineO ministro espanhol da Defesa, José Bono, disse nesta segunda-feira que a Espanha "não voltará a dar as costas para a ONU (Organização das Nações Unidas)", referindo-se à Guerra do Iraque e às tropas espanholas enviadas para a região do conflito.
"Nunca mais vamos voltar a dar as costas às Nações Unidas, não voltares a dar as costas ao povo espanhol, nem aos que são de direita nem aos de esquerda, que não entendem a razão de nossas tropas estarem no Iraque", disse o ministro, que assumiu o ministério oficialmente nesta segunda-feira.
"Não podemos atuar contra o povo espanhol", afirmou Bono, considerado uma das figuras mais importantes do PSOE (Partido Socialista Operário Espanhol), referindo-se à guerra e à ocupação do Iraque como uma decisão não legitimada pelas Nações Unidas e que foi levada a cabo sustentada por razões que foram dadas como inexistentes até por aqueles que defendiam a ação.
O PSOE, fervoroso opositor da Guerra do Iraque, sempre afirmou que a intervenção militar anglo-americana, apoiada pelo governo do ex-premiê espanhol José María Aznar, foi iniciada à margem das Nações Unidas.
O novo premiê da Espanha, José Luis Rodríguez Zapatero, anunciou ontem a retirada dos 1.300 soldados espanhóis do território iraquiano.
Com France Presse
Especial


