11/11/2004
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12h10
Os ganhadores do Prêmio Nobel da Paz, reunidos em Roma, fizeram um minuto de silêncio nesta quinta-feira em memória do presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP) Iasser Arafat, 75, que morreu nesta madrugada, na França.
A homenagem foi prestada por uma dezena de premiados com o Nobel da Paz, entre eles Rigoberta Menchú [que ganhou em 1992], Adolfo Péres Esquivel [premiado em 1980] e José Ramos-Horta [ganhador em 1996].
O líder palestino foi premiado em 1994 com o Nobel da Paz, ao lado do primeiro-ministro israelense Yitzhak Rabin [morto em 1995] e de Shimon Peres, [na época era chanceler israelense], pelos "esforços a favor da paz no Oriente Médio."
O ex-presidente soviético Mikhail Gorbatchov (1985-1991) que participava do encontro [ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 1990], disse que "apesar de alguns terem tentado transformá-lo em terrorista, na verdade [Arafat] foi um homem de idéias."
"Esperamos que alguns não usem a morte de Arafat para fazer com que povo palestino aceite algo inaceitável", afirmou.
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Ganhadores do Nobel da Paz fazem minuto de silêncio por Arafat
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da France Presse, em RomaOs ganhadores do Prêmio Nobel da Paz, reunidos em Roma, fizeram um minuto de silêncio nesta quinta-feira em memória do presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP) Iasser Arafat, 75, que morreu nesta madrugada, na França.
A homenagem foi prestada por uma dezena de premiados com o Nobel da Paz, entre eles Rigoberta Menchú [que ganhou em 1992], Adolfo Péres Esquivel [premiado em 1980] e José Ramos-Horta [ganhador em 1996].
O líder palestino foi premiado em 1994 com o Nobel da Paz, ao lado do primeiro-ministro israelense Yitzhak Rabin [morto em 1995] e de Shimon Peres, [na época era chanceler israelense], pelos "esforços a favor da paz no Oriente Médio."
O ex-presidente soviético Mikhail Gorbatchov (1985-1991) que participava do encontro [ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 1990], disse que "apesar de alguns terem tentado transformá-lo em terrorista, na verdade [Arafat] foi um homem de idéias."
"Esperamos que alguns não usem a morte de Arafat para fazer com que povo palestino aceite algo inaceitável", afirmou.
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