12/11/2004
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05h49
O primeiro-ministro interino do Iraque, Iyad Allawi, defendeu o ataque contra o reduto rebelde de Fallujah por tropas americanas e forças de segurança iraquianas e afirmou que vai se empenhar em melhorar a segurança no país até as eleições previstas para janeiro próximo.
Em artigo publicado no jornal britânico "Sun", Allawi escreveu que a ofensiva em Fallujah era inevitável e ajudará ao Iraque a alcançar um regime democrático pleno.
"Um solução para a situação de Fallujah vai abrir caminho para melhorar a segurança no país, numa área maior. Isso vai permitir uma participação plena nas eleições de janeiro."
"Não é uma luta que escolhemos", escreveu. "Se nós conseguirmos, o Iraque ficará mais próximo de ser um país livre e democrático, que é o mais intenso desejo de nossos cidadãos".
Desde o início da ofensiva na segunda-feira, 18 soldados norte-americanos e cinco soldados iraquianos morreram e 178 soldados dos EUA ficaram feridos. Segundo estimativas militares dos EUA, aproximadamente 600 rebeldes foram mortos na ofensiva.
Allawi disse que esperava uma solução pacífica para Fallujah, mas não houve outra saída a não ser confrontar o que ele descreveu como "terroristas e insurgentes armados" na terceira maior cidade do Iraque.
"Esses homens violentos controlam Fallujah por meio do medo, mas também mantêm o restante do país refém", escreveu Allawi.
"Nos temos dito diversas vezes que o processo político permanece aberto a todos aqueles que renunciarem à violência." O premiê agradeceu ao governo britânico por enviar tropas ao Iraque.
Cerca de 10.000 soldados dos EUA, com apoio de 2.000 soldados do governo iraquiano, participam da batalha em Fallujah.
Com agências internacionais
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Premiê iraquiano defende ataque a Fallujah
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da Folha OnlineO primeiro-ministro interino do Iraque, Iyad Allawi, defendeu o ataque contra o reduto rebelde de Fallujah por tropas americanas e forças de segurança iraquianas e afirmou que vai se empenhar em melhorar a segurança no país até as eleições previstas para janeiro próximo.
Em artigo publicado no jornal britânico "Sun", Allawi escreveu que a ofensiva em Fallujah era inevitável e ajudará ao Iraque a alcançar um regime democrático pleno.
"Um solução para a situação de Fallujah vai abrir caminho para melhorar a segurança no país, numa área maior. Isso vai permitir uma participação plena nas eleições de janeiro."
"Não é uma luta que escolhemos", escreveu. "Se nós conseguirmos, o Iraque ficará mais próximo de ser um país livre e democrático, que é o mais intenso desejo de nossos cidadãos".
Desde o início da ofensiva na segunda-feira, 18 soldados norte-americanos e cinco soldados iraquianos morreram e 178 soldados dos EUA ficaram feridos. Segundo estimativas militares dos EUA, aproximadamente 600 rebeldes foram mortos na ofensiva.
Allawi disse que esperava uma solução pacífica para Fallujah, mas não houve outra saída a não ser confrontar o que ele descreveu como "terroristas e insurgentes armados" na terceira maior cidade do Iraque.
"Esses homens violentos controlam Fallujah por meio do medo, mas também mantêm o restante do país refém", escreveu Allawi.
"Nos temos dito diversas vezes que o processo político permanece aberto a todos aqueles que renunciarem à violência." O premiê agradeceu ao governo britânico por enviar tropas ao Iraque.
Cerca de 10.000 soldados dos EUA, com apoio de 2.000 soldados do governo iraquiano, participam da batalha em Fallujah.
Com agências internacionais
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