11/03/2005
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08h29
O secretário-geral das Nações Unidas, Kofi Annan, afirmou nesta sexta-feira em Madri que "o mundo inteiro chora" com as famílias das vítimas dos atentados de 11 de março de 2004 na capital espanhola, que deixaram 191 mortos e 1.900 feridos.
Depois de qualificar os atentados de "brutal ataque terrorista", o principal dirigente da ONU (organização das Nações Unidas), que participa da homenagem oficial às vítimas presidida pelos reis da Espanha no Parque do Retiro, afirmou que o "mundo inteiro chora com eles", numa referência às famílias das vítimas.
Ao discursar na apresentação das recomendações elaboradas esta semana por mais de 200 especialistas na luta antiterrorista na Cúpula sobre Democracia, Terrorismo e Segurança celebrada em Madri, e que se encerrou nesta quinta-feira, Annan declarou que "nenhum país pode resolver por si só o terrorismo".
"A verdade é que podemos fazer muito mais para derrotar o terrorismo. Seguiremos na luta", disse Annan, antes de afirmar: "Dentro das Nações Unidas estamos incentivando reformas que nos permitirão reforçar a segurança coletiva". "Realmente existe a vontade de enfrentar o problema do terrorismo. Os governos estão se unindo para resolvê-lo", afirmou o secretário-geral da ONU.
Especial
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Annan diz que o mundo chora com as famílias das vítimas do 11 de Março
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da France Presse, em MadriO secretário-geral das Nações Unidas, Kofi Annan, afirmou nesta sexta-feira em Madri que "o mundo inteiro chora" com as famílias das vítimas dos atentados de 11 de março de 2004 na capital espanhola, que deixaram 191 mortos e 1.900 feridos.
Depois de qualificar os atentados de "brutal ataque terrorista", o principal dirigente da ONU (organização das Nações Unidas), que participa da homenagem oficial às vítimas presidida pelos reis da Espanha no Parque do Retiro, afirmou que o "mundo inteiro chora com eles", numa referência às famílias das vítimas.
Ao discursar na apresentação das recomendações elaboradas esta semana por mais de 200 especialistas na luta antiterrorista na Cúpula sobre Democracia, Terrorismo e Segurança celebrada em Madri, e que se encerrou nesta quinta-feira, Annan declarou que "nenhum país pode resolver por si só o terrorismo".
"A verdade é que podemos fazer muito mais para derrotar o terrorismo. Seguiremos na luta", disse Annan, antes de afirmar: "Dentro das Nações Unidas estamos incentivando reformas que nos permitirão reforçar a segurança coletiva". "Realmente existe a vontade de enfrentar o problema do terrorismo. Os governos estão se unindo para resolvê-lo", afirmou o secretário-geral da ONU.
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