28/03/2005
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17h10
A ONU (Organização das Nações Unidas) destacou nesta segunda-feira que o forte terremoto registrado hoje no litoral da Indonésia ocorreu em águas pouco profundas, o que constituiria uma situação perigosa, em meio aos temores de outra tragédia na Ásia, como a de dezembro passado, que matou mais de 280 mil pessoas.
Em declaração da Coordenação de Assuntos Humanitário (Ocha, siglas em inglês), a ONU disse que funcionários da entidade estão conversando com o governo indonésio para determinar que tipo de medidas serão adotadas.
"O que sabemos agora é que o terremoto ocorreu em águas pouco profundas, ou seja, uma situação perigosa", disse a Ocha.
"O perigo de o terremoto ter ocorrido em águas pouco profundas se deve à facilidade de que sejam gerados tsunamis [ondas gigantes], como ocorreu há pouco mais de três meses", afirma o professor Jesus Berrocal, do Departamento de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP.
Segundo informações, o terremoto ocorreu em uma região de águas pouco profundas, onde o assoalho oceânico teria menos de 1 km de profundidade.
Entretanto o foco do sismo ocorreu a uma profundidade de 30 km, dentro da crosta terrestre, segundo dados do Centro de Estudos Geológicos dos Estados Unidos.
Com agências internacionais
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ONU considera "perigosa" a situação após terremoto na Ásia
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da Folha OnlineA ONU (Organização das Nações Unidas) destacou nesta segunda-feira que o forte terremoto registrado hoje no litoral da Indonésia ocorreu em águas pouco profundas, o que constituiria uma situação perigosa, em meio aos temores de outra tragédia na Ásia, como a de dezembro passado, que matou mais de 280 mil pessoas.
Em declaração da Coordenação de Assuntos Humanitário (Ocha, siglas em inglês), a ONU disse que funcionários da entidade estão conversando com o governo indonésio para determinar que tipo de medidas serão adotadas.
"O que sabemos agora é que o terremoto ocorreu em águas pouco profundas, ou seja, uma situação perigosa", disse a Ocha.
"O perigo de o terremoto ter ocorrido em águas pouco profundas se deve à facilidade de que sejam gerados tsunamis [ondas gigantes], como ocorreu há pouco mais de três meses", afirma o professor Jesus Berrocal, do Departamento de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP.
Segundo informações, o terremoto ocorreu em uma região de águas pouco profundas, onde o assoalho oceânico teria menos de 1 km de profundidade.
Entretanto o foco do sismo ocorreu a uma profundidade de 30 km, dentro da crosta terrestre, segundo dados do Centro de Estudos Geológicos dos Estados Unidos.
Com agências internacionais
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