07/04/2005
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16h09
Uma explosão foi registrada nesta quinta-feira em um centro comercial do Cairo [capital egípcia], bastante freqüentado por turistas, deixando ao menos dois mortos e 17 feridos, de acordo com informações do Ministério do Interior egípcio.
Entre as pessoas mortas, está uma francesa. A outra pessoa que morreu na explosão ainda não foi identificada. Três americanos ficaram feridos, mas não há confirmação de mortes entre os turistas dos Estados Unidos, informou a polícia.
De acordo com a agência de notícias Reuters, os mortos já são quatro, mas ainda não há confirmação oficial desse dado. Testemunhas citadas pela agência de notícias Associated Press informaram que um homem em uma moto deixou uma bomba no meio de um grupo de turistas que estava no local. Essa versão não foi confirmada pela polícia.
A explosão aconteceu perto da rua Al Moski, que abriga diversas lojas para turistas e vendedores de roupas nas ruas. O local fica próximo ao mercado Khan al Khalili. Duas ambulâncias foram até a rua, socorrer os feridos. A polícia isolou o local e investiga a possibilidade de um atentado.
O mercado de Khan al Khalili é um dos mais famosos do Cairo, e fica próximo ao Al Azhar, a maior instituição islâmico-sunita do Oriente.
Em outubro passado, explosões atingiram vários hotéis na península do Sinai, matando ao menos 34 pessoas. O governo atribuiu o atentado ao conflito israelo-palestino, já que o local é freqüentado por muitos turistas israelenses.
Desde que o governo do Egito suprimiu a atividade de militantes islâmicos do país, durante a década de 90, o país tem passado por um período de relativa calma.
Além do ataque na península do Sinai, outra ação de grande porte no Egito aconteceu em 1997, quando dois homens armados com rifles automáticos atiraram contra um ônibus de turistas parado em frente ao Museu Egípcio, na região central do Cairo, matando ao menos dez pessoas --a maioria turistas alemães.
Um mês depois, militantes assassinaram 58 turistas estrangeiros e quatro egípcios em um ataque contra um templo faraônico em Luxor, ao sul do Egito.
Com agências internacionais
Especial
Leia o que já foi publicado sobre explosões no Egito
Explosão na capital egípcia deixa dois mortos e 17 feridos
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da Folha OnlineUma explosão foi registrada nesta quinta-feira em um centro comercial do Cairo [capital egípcia], bastante freqüentado por turistas, deixando ao menos dois mortos e 17 feridos, de acordo com informações do Ministério do Interior egípcio.
Entre as pessoas mortas, está uma francesa. A outra pessoa que morreu na explosão ainda não foi identificada. Três americanos ficaram feridos, mas não há confirmação de mortes entre os turistas dos Estados Unidos, informou a polícia.
De acordo com a agência de notícias Reuters, os mortos já são quatro, mas ainda não há confirmação oficial desse dado. Testemunhas citadas pela agência de notícias Associated Press informaram que um homem em uma moto deixou uma bomba no meio de um grupo de turistas que estava no local. Essa versão não foi confirmada pela polícia.
A explosão aconteceu perto da rua Al Moski, que abriga diversas lojas para turistas e vendedores de roupas nas ruas. O local fica próximo ao mercado Khan al Khalili. Duas ambulâncias foram até a rua, socorrer os feridos. A polícia isolou o local e investiga a possibilidade de um atentado.
O mercado de Khan al Khalili é um dos mais famosos do Cairo, e fica próximo ao Al Azhar, a maior instituição islâmico-sunita do Oriente.
Em outubro passado, explosões atingiram vários hotéis na península do Sinai, matando ao menos 34 pessoas. O governo atribuiu o atentado ao conflito israelo-palestino, já que o local é freqüentado por muitos turistas israelenses.
Desde que o governo do Egito suprimiu a atividade de militantes islâmicos do país, durante a década de 90, o país tem passado por um período de relativa calma.
Além do ataque na península do Sinai, outra ação de grande porte no Egito aconteceu em 1997, quando dois homens armados com rifles automáticos atiraram contra um ônibus de turistas parado em frente ao Museu Egípcio, na região central do Cairo, matando ao menos dez pessoas --a maioria turistas alemães.
Um mês depois, militantes assassinaram 58 turistas estrangeiros e quatro egípcios em um ataque contra um templo faraônico em Luxor, ao sul do Egito.
Com agências internacionais
Especial

