15/05/2005
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09h16
Funcionários americanos advertiram o Japão, Alemanha e Brasil que Washington não apoiará seus pedidos para entrar no Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas), a menos que aceitem não pedir poder de veto, noticia o jornal "The New York Times". As fontes são altos diplomatas e funcionários do governo.
Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança (Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, China e Rússia) têm poder de veto desde a criação da ONU em setembro de 1945.
Funcionários do governo de George W. Bush temem que dando poder de veto a novos membros, o conselho fique paralisado, afirma o Times.
"O Conselho de Segurança não é como um avião, com primeira classe, business e assentos econômicos", disse ao jornal Ryozo Kato, embaixador do Japão nos Estados Unidos.
O secretário-geral da ONU, Kofi Annan, apresentou dois modelos de reforma para o Conselho de Segurança. Um implicaria na entrada de seis novos membros permanentes; o segundo, na criação de um terceira categoria semipermanente. Nenhuma das possibilidades prevê o poder de veto para novos integrantes.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre o poder de veto na ONU
EUA não querem novos integrantes com poder de veto na ONU
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da France Presse, em WashingtonFuncionários americanos advertiram o Japão, Alemanha e Brasil que Washington não apoiará seus pedidos para entrar no Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas), a menos que aceitem não pedir poder de veto, noticia o jornal "The New York Times". As fontes são altos diplomatas e funcionários do governo.
Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança (Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, China e Rússia) têm poder de veto desde a criação da ONU em setembro de 1945.
Funcionários do governo de George W. Bush temem que dando poder de veto a novos membros, o conselho fique paralisado, afirma o Times.
"O Conselho de Segurança não é como um avião, com primeira classe, business e assentos econômicos", disse ao jornal Ryozo Kato, embaixador do Japão nos Estados Unidos.
O secretário-geral da ONU, Kofi Annan, apresentou dois modelos de reforma para o Conselho de Segurança. Um implicaria na entrada de seis novos membros permanentes; o segundo, na criação de um terceira categoria semipermanente. Nenhuma das possibilidades prevê o poder de veto para novos integrantes.
Especial
