25/08/2005
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07h50
A delegação do governo do Brasil enviada a Londres para acompanhar a investigação da morte do brasileiro Jean Charles Menezes --morto pela polícia britânica em um metrô de Londres, ao ser confundido com um terrorista-- se reunirá nesta quinta-feira com o juiz que instrui o caso e, possivelmente, também com as advogadas da família, confirmou a Embaixada brasileira.
Nesta manhã, a delegação, liderada pelo diplomata Manoel Gomes Pereira, se reunirá com o juiz John Sampson, do juizado de instrução londrina de Southwark, que investiga a morte de Menezes.
A comissão policial que realiza a investigação interna sobre os fatos deverá apresentar seus achados a este juiz em 23 de fevereiro de 2006, segundo ditou o tribunal na última terça-feira (23).
Nessa sessão, o juiz inquiriu a Comissão Independente de Queixas à Polícia (IPCC, ma sigla em inglês) sobre os avanços de sua investigação, e adiou o caso até fevereiro próximo, ao ser comunicado pelo órgão que apresentará um relatório até o natal.
Falta de transparência
A delegação brasileira deve se reunir também com as advogadas da família, Gareth Pierce e Harriet Wistrich, que criticaram a falta de transparência da Scotland Yard e de sua política de atirar para matar.
Por outro lado, os delegados do governo do Brasil descartaram que a polícia tentasse encobrir a morte de um inocente, embora reivindiquem respostas as muitas dúvidas que cercam a investigação.
A IPCC confirmou nesta quarta-feira que a polícia lhes entregou as fitas das câmaras de circuito fechado da estação de metrô de Stockwell, ao sul de Londres, onde o brasileiro morreu baleado, embora não tenha dito se há imagens suas entrando na estação.
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Delegação brasileira se reúne com juiz do caso Jean Charles
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da EFE, em LondresA delegação do governo do Brasil enviada a Londres para acompanhar a investigação da morte do brasileiro Jean Charles Menezes --morto pela polícia britânica em um metrô de Londres, ao ser confundido com um terrorista-- se reunirá nesta quinta-feira com o juiz que instrui o caso e, possivelmente, também com as advogadas da família, confirmou a Embaixada brasileira.
Nesta manhã, a delegação, liderada pelo diplomata Manoel Gomes Pereira, se reunirá com o juiz John Sampson, do juizado de instrução londrina de Southwark, que investiga a morte de Menezes.
A comissão policial que realiza a investigação interna sobre os fatos deverá apresentar seus achados a este juiz em 23 de fevereiro de 2006, segundo ditou o tribunal na última terça-feira (23).
Nessa sessão, o juiz inquiriu a Comissão Independente de Queixas à Polícia (IPCC, ma sigla em inglês) sobre os avanços de sua investigação, e adiou o caso até fevereiro próximo, ao ser comunicado pelo órgão que apresentará um relatório até o natal.
Falta de transparência
A delegação brasileira deve se reunir também com as advogadas da família, Gareth Pierce e Harriet Wistrich, que criticaram a falta de transparência da Scotland Yard e de sua política de atirar para matar.
Por outro lado, os delegados do governo do Brasil descartaram que a polícia tentasse encobrir a morte de um inocente, embora reivindiquem respostas as muitas dúvidas que cercam a investigação.
A IPCC confirmou nesta quarta-feira que a polícia lhes entregou as fitas das câmaras de circuito fechado da estação de metrô de Stockwell, ao sul de Londres, onde o brasileiro morreu baleado, embora não tenha dito se há imagens suas entrando na estação.
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