28/09/2005
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08h06
O papa Bento 16 disse nesta quarta-feira que Deus não abandona seu povo, "mas intervém continuamente na história manifestando nela a onipotência de seu amor e seu rosto redentor que liberta seus escolhidos da escravidão e lhes outorga em herança a terra prometida".
A audiência pública do papa é tradicionalmente feita na praça São Pedro, no Vaticano, às quartas-feiras. Os encontros foram interrompidos durante o mês de julho passado, quando o Bento 16 esteve de férias no Vale de Aosta (Itália).
Diante de ao menos 30 mil pessoas, o sumo pontífice falou em vários idiomas, entre eles o português e o espanhol, e incentivou os espanhóis e latino-americanos presentes a confiar sempre em Deus, "que nos ama infinitamente e nos liberta de todo mal".
"Na história, o amor divino é concreto, se torna visível e quase se pode experimentar. Essa realidade, já vivida pelo povo de Israel, se manifesta de um modo totalmente novo e especialmente eloqüente em Jesus Cristo, no ministério de sua morte e sua ressurreição, que é a máxima expressão da liberdade e da salvação", disse o papa.
Concluída a audiência, o papa se dirigiu a seu apartamento do Palácio Apostólico.
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Em audiência pública, papa diz que Deus "intervém" na história
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da Efe, em RomaO papa Bento 16 disse nesta quarta-feira que Deus não abandona seu povo, "mas intervém continuamente na história manifestando nela a onipotência de seu amor e seu rosto redentor que liberta seus escolhidos da escravidão e lhes outorga em herança a terra prometida".
A audiência pública do papa é tradicionalmente feita na praça São Pedro, no Vaticano, às quartas-feiras. Os encontros foram interrompidos durante o mês de julho passado, quando o Bento 16 esteve de férias no Vale de Aosta (Itália).
Diante de ao menos 30 mil pessoas, o sumo pontífice falou em vários idiomas, entre eles o português e o espanhol, e incentivou os espanhóis e latino-americanos presentes a confiar sempre em Deus, "que nos ama infinitamente e nos liberta de todo mal".
"Na história, o amor divino é concreto, se torna visível e quase se pode experimentar. Essa realidade, já vivida pelo povo de Israel, se manifesta de um modo totalmente novo e especialmente eloqüente em Jesus Cristo, no ministério de sua morte e sua ressurreição, que é a máxima expressão da liberdade e da salvação", disse o papa.
Concluída a audiência, o papa se dirigiu a seu apartamento do Palácio Apostólico.
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