09/10/2005
-
19h27
Dois policiais de Nova Orleans espancaram repetidamente um homem de 64 anos e outro funcionário da polícia agrediu um produtor e um cameraman da TV Associated Press que gravou o episódio. Haverá uma investigação criminal e os três funcionários foram suspensos e presos, afirmou o capitão Marlon Defillo neste domingo.
"Nós estamos muito preocupados com o que nós vimos nesta manhã", disse Defillo, depois que ele e uma dezena de oficiais do departamento de polícia assistiram à gravação da Associated Press.
As agressões surgem em um momento em que o departamento é atingido por reclamações de brutalidade e corrupção e luta contra as conseqüências do furacão Katrina e da renúncia no mês passado do superintendente da política Eddie Compass.
A gravação da AP mostra um policial espancando um homem pelo menos quatro vezes na cabeça fora de um bar próximo à rua Bourbon, na noite de sábado. O suspeito, Roberto Davis, aparece no vídeo tentando resistir, quando ele foi jogado no chão por quatro policiais. Um dos quatro então o golpeia no joelho e o soca duas vezes. Davis é jogado no meio-fio, sangrando.
Enquanto isso, um quinto policial ordenou ao produtor da AP Rich Matthews e o cameraman para parar de gravar. Quando Matthews mostrou suas credenciais e afirmou que estava trabalhando, o funcionário o agarrou à força e o golpeou no estômago e disse: "Eu fiquei nesses últimos seis tentando me manter vivo. Vá para casa".
O policial disse que Davis, 64, de Nova Orleans, foi fichado por intoxicação pública, resistência à prisão, agressão a um policial e intimidação pública. Ele foi medicado em um hospital e solto sob custódia policial.
Davis, que é negro, foi subjugado na intersecção das ruas Conti e Bourbon. Três dos policiais aparentam ser brancos enquanto o outro possui pele clara. O funcionário que agrediu o produtor Matthews é branco. Defillo afirmou que raça não é a questão.
Equipe de TV grava polícia espancando homem de 64 anos em Nova Orleans
Publicidade
da Associated Press, em Nova OrleansDois policiais de Nova Orleans espancaram repetidamente um homem de 64 anos e outro funcionário da polícia agrediu um produtor e um cameraman da TV Associated Press que gravou o episódio. Haverá uma investigação criminal e os três funcionários foram suspensos e presos, afirmou o capitão Marlon Defillo neste domingo.
"Nós estamos muito preocupados com o que nós vimos nesta manhã", disse Defillo, depois que ele e uma dezena de oficiais do departamento de polícia assistiram à gravação da Associated Press.
As agressões surgem em um momento em que o departamento é atingido por reclamações de brutalidade e corrupção e luta contra as conseqüências do furacão Katrina e da renúncia no mês passado do superintendente da política Eddie Compass.
A gravação da AP mostra um policial espancando um homem pelo menos quatro vezes na cabeça fora de um bar próximo à rua Bourbon, na noite de sábado. O suspeito, Roberto Davis, aparece no vídeo tentando resistir, quando ele foi jogado no chão por quatro policiais. Um dos quatro então o golpeia no joelho e o soca duas vezes. Davis é jogado no meio-fio, sangrando.
Enquanto isso, um quinto policial ordenou ao produtor da AP Rich Matthews e o cameraman para parar de gravar. Quando Matthews mostrou suas credenciais e afirmou que estava trabalhando, o funcionário o agarrou à força e o golpeou no estômago e disse: "Eu fiquei nesses últimos seis tentando me manter vivo. Vá para casa".
O policial disse que Davis, 64, de Nova Orleans, foi fichado por intoxicação pública, resistência à prisão, agressão a um policial e intimidação pública. Ele foi medicado em um hospital e solto sob custódia policial.
Davis, que é negro, foi subjugado na intersecção das ruas Conti e Bourbon. Três dos policiais aparentam ser brancos enquanto o outro possui pele clara. O funcionário que agrediu o produtor Matthews é branco. Defillo afirmou que raça não é a questão.
