07/01/2006
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13h42
O Exército brasileiro informou por meio de nota divulgada à imprensa neste sábado que vai acompanhar as investigações sobre a morte do general Urano Teixeira da Matta Bacellar, ocorrida nesta manhã, em Porto Príncipe, capital do Haiti. O corpo do militar foi encontrado no quarto de um hotel que ocupava na cidade, com um tiro.
Agências de notícias internacionais como Reuters e France Presse afirmam que Bacellar teria cometido suicídio, citando como fontes membros da ONU no Haiti. Até o momento, o Exército brasileiro não confirmou essa informação.
A nota do Exército brasileiro diz que "a Organização das Nações Unidas, por intermédio do seu componente policial, está apurando as circunstâncias que envolveram o fato".
Bacellar era Comandante da Força da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti, a Minustah, e assumiu a função em agosto passado, substituindo o general Augusto Heleno Ribeiro.
As circunstâncias da morte de Bacellar ainda não estão claras. O tenente coronel Fernando da Cunha Matos, informou à agência Brasil que o general morreu em um "acidente com arma de fogo".
Pressão
Nos últimos dias, membros da Minustah têm sido objeto de fortes críticas no Haiti, devido a uma crescente insegurança no país, principalmente em Porto Príncipe.
A Minustah conta 7.500 homens procedentes de 14 países.
O Brasil tem o maior contingente no país --1.213 efetivos-- seguido pelo Nepal, Jordânia e Sri Lanka, com 750 militares cada um. Argentina, Chile, Uruguai, Peru, Espanha e Marrocos também contribuem com soldados.
Crise
A crise no Haiti começou em 2004, com uma rebelião na cidade de Goinaves, que depois atingiu a capital Porto Príncipe.
O conflito levou o país a sofrer intervenção da ONU, que enviou forças de paz lideradas pelo Brasil à região. A Minustah foi criada pelo Conselho de Segurança em fevereiro de 2004, após a queda do então presidente haitiano Jean-Bertrand Aristide, em meio a uma profunda crise política.
A principal preocupação agora é que haja segurança para a realização das eleições, adiadas pela quarta-vez e sem previsão de ocorrer.
Com agências internacionais e agência Brasil
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Brasil vai acompanhar investigações sobre morte de general no Haiti
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da Folha OnlineO Exército brasileiro informou por meio de nota divulgada à imprensa neste sábado que vai acompanhar as investigações sobre a morte do general Urano Teixeira da Matta Bacellar, ocorrida nesta manhã, em Porto Príncipe, capital do Haiti. O corpo do militar foi encontrado no quarto de um hotel que ocupava na cidade, com um tiro.
Agências de notícias internacionais como Reuters e France Presse afirmam que Bacellar teria cometido suicídio, citando como fontes membros da ONU no Haiti. Até o momento, o Exército brasileiro não confirmou essa informação.
| AP |
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| Imagem de TV mostra o corpo do general Urano Teixeira da Matta Bacellar em quarto de hotel |
Bacellar era Comandante da Força da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti, a Minustah, e assumiu a função em agosto passado, substituindo o general Augusto Heleno Ribeiro.
As circunstâncias da morte de Bacellar ainda não estão claras. O tenente coronel Fernando da Cunha Matos, informou à agência Brasil que o general morreu em um "acidente com arma de fogo".
Pressão
Nos últimos dias, membros da Minustah têm sido objeto de fortes críticas no Haiti, devido a uma crescente insegurança no país, principalmente em Porto Príncipe.
| 31.ago.2005/AP |
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| Circustâncias da morte do general Bacellar serão investigadas |
A Minustah conta 7.500 homens procedentes de 14 países.
O Brasil tem o maior contingente no país --1.213 efetivos-- seguido pelo Nepal, Jordânia e Sri Lanka, com 750 militares cada um. Argentina, Chile, Uruguai, Peru, Espanha e Marrocos também contribuem com soldados.
Crise
A crise no Haiti começou em 2004, com uma rebelião na cidade de Goinaves, que depois atingiu a capital Porto Príncipe.
O conflito levou o país a sofrer intervenção da ONU, que enviou forças de paz lideradas pelo Brasil à região. A Minustah foi criada pelo Conselho de Segurança em fevereiro de 2004, após a queda do então presidente haitiano Jean-Bertrand Aristide, em meio a uma profunda crise política.
A principal preocupação agora é que haja segurança para a realização das eleições, adiadas pela quarta-vez e sem previsão de ocorrer.
Com agências internacionais e agência Brasil
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Especial




