07/02/2006
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09h48
Milhares de estudantes egípcios protestaram nesta terça-feira contra as caricaturas do profeta Maomé publicadas na Europa, e alguns deles pediram que o Egito rompa suas relações diplomáticas com a Dinamarca e a Noruega.
Os protestos se desenvolveram de forma pacífica nas universidades do Cairo e de Ein Sham, na capital, onde os estudantes, muitos deles com o Alcorão [livro sagrado do islamismo] na mão, também exigiram um boicote econômico aos países onde as charges foram publicadas.
"Não há outro Deus senão Allah, e Maomé é seu profeta" e "Abaixo Dinamarca" foram algumas das palavras de ordem gritadas pelos manifestantes.
Nesta segunda-feira, uma manifestação reuniu cerca de 10 mil pessoas no Cairo, entre elas as máximas autoridades religiosas do Egito, inclusive o grande imã da prestigiosa instituição sunita de Al Azhar, Mohammed Sayed Tantaui.
Nesta terça-feira, várias associações profissionais organizarão uma manifestação pacífica em frente à Embaixada dinamarquesa no luxuoso bairro de Zamalek, também no Cairo, como anunciou no fim de semana o sindicato dos advogados.
Protestos similares ocorreram nas últimas 24 horas em outros países árabes e islâmicos, inclusive o Irã, onde centenas de manifestantes apedrejaram e atiraram coquetéis molotov contra as Embaixadas da Áustria e da Dinamarca.
Manifestantes libaneses incendiaram no domingo o consulado dinamarquês em Beirute, um dia depois de milhares de sírios fazerem o mesmo com as missões diplomáticas da Noruega e da Dinamarca em Damasco.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre o Maomé
Veja galeria de imagens dos protestos contra as charges
Veja galeria com as charges publicadas por jornal dinamarquês
Estudantes egípcios protestam contra Dinamarca e Noruega no Cairo
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da Efe, no Cairo Milhares de estudantes egípcios protestaram nesta terça-feira contra as caricaturas do profeta Maomé publicadas na Europa, e alguns deles pediram que o Egito rompa suas relações diplomáticas com a Dinamarca e a Noruega.
Os protestos se desenvolveram de forma pacífica nas universidades do Cairo e de Ein Sham, na capital, onde os estudantes, muitos deles com o Alcorão [livro sagrado do islamismo] na mão, também exigiram um boicote econômico aos países onde as charges foram publicadas.
"Não há outro Deus senão Allah, e Maomé é seu profeta" e "Abaixo Dinamarca" foram algumas das palavras de ordem gritadas pelos manifestantes.
Nesta segunda-feira, uma manifestação reuniu cerca de 10 mil pessoas no Cairo, entre elas as máximas autoridades religiosas do Egito, inclusive o grande imã da prestigiosa instituição sunita de Al Azhar, Mohammed Sayed Tantaui.
Nesta terça-feira, várias associações profissionais organizarão uma manifestação pacífica em frente à Embaixada dinamarquesa no luxuoso bairro de Zamalek, também no Cairo, como anunciou no fim de semana o sindicato dos advogados.
Protestos similares ocorreram nas últimas 24 horas em outros países árabes e islâmicos, inclusive o Irã, onde centenas de manifestantes apedrejaram e atiraram coquetéis molotov contra as Embaixadas da Áustria e da Dinamarca.
Manifestantes libaneses incendiaram no domingo o consulado dinamarquês em Beirute, um dia depois de milhares de sírios fazerem o mesmo com as missões diplomáticas da Noruega e da Dinamarca em Damasco.
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