14/02/2006
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11h33
Uma corte israelense condenou nesta terça-feira o filho mais velho do premiê israelense, Ariel Sharon, a nove meses de prisão por arrecadação ilegal de fundos para a campanha eleitoral de seu pai, em 1999.
Omri Sharon se declarou culpado em novembro das acusações de falsificação de documentos, perjúrio e violação das leis de levantamento de fundos do partido. Ele renunciou a seu mandato no Parlamento em janeiro.
As acusações previam uma pena máxima de cinco anos de detenção. Além dos nove meses de prisão, a corte de Tel Aviv também impôs uma multa de US$ 64 mil ao filho do premiê --que não foi responsabilizado pelos crimes.
A advogada de Omri Sharon, Navit Negev, chamou a sentença de "excepcionalmente dura" e afirmou que irá apelar.
Saúde
A rádio israelense informou que o filho do premiê não deve cumprir a pena imediatamente, devido ao estado de saúde de seu pai. Sharon permanece internado e em coma desde 4 de janeiro, após sofrer um AVC (acidente vascular cerebral) --termo técnico para designar um derrame.
As atividades de Omri Sharon tinham o objetivo de levantar contribuições ilegais durante a campanha de 1999, na qual seu pai conquistou a Presidência do Likud e se tornou candidato a premiê-- cargo que passou a ocupar em 2001, ao vencer as eleições nacionais.
Omri Sharon afirmou à corte, no mês passado, que era pouco experiente na política e que passou a trabalhar pela vitória do pai nas eleições para premiê. "Eu cometi graves erros e sinto muito por isso", afirmou.
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Israel condena filho de Sharon a nove meses de prisão
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da Folha OnlineUma corte israelense condenou nesta terça-feira o filho mais velho do premiê israelense, Ariel Sharon, a nove meses de prisão por arrecadação ilegal de fundos para a campanha eleitoral de seu pai, em 1999.
Omri Sharon se declarou culpado em novembro das acusações de falsificação de documentos, perjúrio e violação das leis de levantamento de fundos do partido. Ele renunciou a seu mandato no Parlamento em janeiro.
As acusações previam uma pena máxima de cinco anos de detenção. Além dos nove meses de prisão, a corte de Tel Aviv também impôs uma multa de US$ 64 mil ao filho do premiê --que não foi responsabilizado pelos crimes.
A advogada de Omri Sharon, Navit Negev, chamou a sentença de "excepcionalmente dura" e afirmou que irá apelar.
Saúde
A rádio israelense informou que o filho do premiê não deve cumprir a pena imediatamente, devido ao estado de saúde de seu pai. Sharon permanece internado e em coma desde 4 de janeiro, após sofrer um AVC (acidente vascular cerebral) --termo técnico para designar um derrame.
As atividades de Omri Sharon tinham o objetivo de levantar contribuições ilegais durante a campanha de 1999, na qual seu pai conquistou a Presidência do Likud e se tornou candidato a premiê-- cargo que passou a ocupar em 2001, ao vencer as eleições nacionais.
Omri Sharon afirmou à corte, no mês passado, que era pouco experiente na política e que passou a trabalhar pela vitória do pai nas eleições para premiê. "Eu cometi graves erros e sinto muito por isso", afirmou.
Especial

