14/02/2006
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20h40
da Folha Online
Um ministro do gabinete do premiê italiano, Silvio Berlusconi, anunciou nesta terça-feira que começou a vestir camisetas reproduzindo as caricaturas do profeta Maomé que estiveram na origem de violentos protestos no mundo muçulmano.
"Mandei confeccionar camisetas com as caricaturas que são motivos de protestos no Islã e vou começar a vestir hoje mesmo", anunciou para a imprensa o ministro das Reformas, Roberto Calderoli, da Liga do Norte, partido xenófobo aliado do governo encabeçado por Berlusconi.
Calderoli ressaltou que sua iniciativa não era uma provocação, mas um convite ao diálogo, mas frisou em seguida: "É preciso parar com esta história de que se procura o diálogo com essa gente. Eles querem nos humilhar e isso é tudo".
Os desenhos do profeta Maomé foram publicados pela primeira vez em 30 de setembro no jornal dinamarquês "Jyllands-Posten".
Posteriormente, foram reproduzidos em jornais da África do Sul, Alemanha, Austrália, Bulgária, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Fiji, Holanda, Hungria, Iêmen, Itália, Japão, Jordânia, Malásia, Nova Zelândia, Noruega, Polônia, Suíça e Ucrânia.
A publicação causou violentos protestos em vários países muçulmanos, como no Afeganistão, em Bangladesh, no Irã, no Egito, na Índia, na Indonésia, no Paquistão e na Turquia.
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Ministro italiano diz ter camiseta com caricaturas de Maomé
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da France Presse, em Romada Folha Online
Um ministro do gabinete do premiê italiano, Silvio Berlusconi, anunciou nesta terça-feira que começou a vestir camisetas reproduzindo as caricaturas do profeta Maomé que estiveram na origem de violentos protestos no mundo muçulmano.
"Mandei confeccionar camisetas com as caricaturas que são motivos de protestos no Islã e vou começar a vestir hoje mesmo", anunciou para a imprensa o ministro das Reformas, Roberto Calderoli, da Liga do Norte, partido xenófobo aliado do governo encabeçado por Berlusconi.
Calderoli ressaltou que sua iniciativa não era uma provocação, mas um convite ao diálogo, mas frisou em seguida: "É preciso parar com esta história de que se procura o diálogo com essa gente. Eles querem nos humilhar e isso é tudo".
Os desenhos do profeta Maomé foram publicados pela primeira vez em 30 de setembro no jornal dinamarquês "Jyllands-Posten".
Posteriormente, foram reproduzidos em jornais da África do Sul, Alemanha, Austrália, Bulgária, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Fiji, Holanda, Hungria, Iêmen, Itália, Japão, Jordânia, Malásia, Nova Zelândia, Noruega, Polônia, Suíça e Ucrânia.
A publicação causou violentos protestos em vários países muçulmanos, como no Afeganistão, em Bangladesh, no Irã, no Egito, na Índia, na Indonésia, no Paquistão e na Turquia.
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